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Greve dos caminhoneiros
Vendas de cerâmica, café e sal produzidos no RN tiveram queda de 100% com greve
Levantamento feito pela Unidade de Economia e Estatística da FIERN nos dias 29 e 30 de maio, junto a 23 importantes, apontou o prejuízo causado pela manifestação dos caminhoneiros no Estado
Redação
31/05/2018 | 15:05

Levantamento feito pela Unidade de Economia e Estatística da FIERN nos dias 29 e 30 de maio, junto a 23 importantes segmentos industriais do estado, mostram que a greve dos caminhoneiros afetou fortemente alguns setores.

Entre os mais atingidos estão os segmentos de açúcar e álcool (90% das vendas prejudicadas), cerâmico (100% das vendas e 60% da produção), café (100% da produção e 40% das vendas), sal marinho (100% das vendas), sorvetes e polpas de frutas (80% da produção), laticínios (40% da produção afetada).

Segundo matéria publicada pelo G1-RN, os produtores de sal marinho do Rio Grande do Norte não conseguiram vender durante o período da greve dos caminhoneiros, nos últimos dez dias. “A indústria salineira do Rio Grande do Norte está parada desde a terça-feira da semana passada. Avisamos aos clientes que se preparassem para esse período. De quinta-feira para cá, 100% dos clientes não conseguiu embarcar”, afirma Renato Fernandes, presidente do Sindicato da Indústria de Moagem e Refino de Sal do RN (Simorsal).

A produção de sal do Rio Grande do Norte é responsável por 95% da produção de sal marinho do Brasil. De acordo com Renato Fernandes, praticamente todo o sal usado para consumo humano no país é transportado por rodovias. Anualmente, os caminhões transportam uma média de 2 milhões de toneladas de sal potiguar.

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