O empresário Flávio Rocha, presidente do conselho da Riachuelo, criticou as propostas de reforma tributária encampadas pelo governo federal e pelo Congresso Nacional, sobretudo os trechos que preveem a criação de diferentes versões de um IVA (Imposto sobre Valor Agregado) sobre o consumo.
A nova taxa substituiria algo em torno de quatro ou cinco impostos existentes hoje. “Isso (criação do IVA) vai nos empurrar maciçamente para a informalidade”, declarou.

Para o empresário, o Imposto sobre Valor Agregado é um imposto que caminha para obsolescência.
“Um trabalhador que ganha um salário mínimo provavelmente gasta 100% da renda em consumo. Como 40% dos preços dos produtos são impostos, esse trabalhador está gastando 40% do seu salário em impostos. Alguém muito rico, que poupa boa parte da renda, paga os 40% só sobre uma parte do seu dinheiro. Um sistema neutro já seria uma evolução”, avaliou.