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Gastronomia
Cordeiro Chique entra no segmento de queijos com marcas premiadas
Grife especializada em cortes de cordeiro, a famosa loja de Petrópolis agrega a seu cardápio gourmet 11 tipos de queijos, alguns deles premiados no Brasil e no exterior
Redação
07/03/2018 | 13:12

Depois de oferecer os melhores cortes de carne especiais de cordeiro e bovina e marcas consagradas de cervejas artesanais, a grife Cordeiro Chique, com loja em Petrópolis, está agregando mais um produto nobre a seu mix: os queijos artesanais.

Com consultoria da chefe Adriana Lucena, os queijos vêm de produtores locais, de outros estados do Nordeste, de Minas e São Paulo, escolhidos a dedo entre alguns dos queijeiros mais tradicionais do País.

Queijos Artesenais 38

(Foto: José Aldenir)

A ideia de agregar os queijos ao cardápio da loja da Cordeiro Chique começou depois que os proprietários da grife – José Ivo Neto e José Ivo, pai e filho – conheceram de perto a produção da fazenda Carnaúba, em Taperoá, na Paraíba, iniciada, décadas atrás, pelo escritor Ariano Suassuna com o dinheiro de suas primeiras obras teatrais.

“Gostamos tanto dessa experiência que resolvemos agregar o queijo artesanal, com todos os seus diferenciais gastronômicos, ao cardápio da Cordeiro Chique. Hoje, são 11 tipos, oriundos de premiados produtores”, explica José Ivo.

Ali, estão verdadeiras lendas da gastronomia, como o queijo Tulha, de Amparo, São Paulo, facilmente identificados pela casca dura e coloração avermelhada, massa quebradiça e sabor levemente salgado e com um toque adocicado e aroma leve de café. Foi medalha de ouro no World Cheese Awards de 2016, na Espanha, e que é utilizado por renomados chefs de cozinha, como Alex Atala.

Queijos Artesenais 33

(Foto: José Aldenir)

Mas há também outros mais conhecidos do público local, como os queijos de coalho e manteiga, tipicamente nordestinos, todos com um mesmo e importante diferencial: são artesanais, feitos com leite cru, sem qualquer adição química, o que torna o sabor e a qualidade deles superior.

“As cabras que produzem o leite de onde saem esses queijos pastam livres, não comem ração industrial, e o produto final sofre a ação direta do tipo de terra onde os animais são criados e o mofo específico com o qual o produto e armazenado e que vai determinar o sabor final”, diz José Ivo.

Consultora na escolha dos produtos que vão para as prateleiras da Cordeiro Chique, a chefe de cozinha Adriana Lucena, lembra que a convivência da Humanidade com os queijos remonta a 10 mil anos, a partir do queijo chacoalhando dentro das bolsas de couro sob o sol.

“No Brasil, o gosto pelos queijos chegou com a colonização portuguesa e hoje há uma ampla utilização deles na culinária, enobrecendo uma vasta variedades de pratos”, acrescenta.

No mercado de carnes nobres, a grife Cordeiro Chique abriu as portas há mais de 4 anos oferecendo ao mercado gourmet cortes de cordeiro, como carré e pernil; de aves, bovina, suína, além de linguiças artesanais e petiscos.

Ao agregar os queijos de leite cru a seu mix de produtos, a marca consolida uma posição entre os consumidores das classes A e B com foco nos produtos artesanais e nobres, com preços competitivos no segmento gourmet, afirma José Ivo.

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