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Simone Silva

Um país de Carnaval chamado Carvalheira

Confira a coluna de Simone Silva desta sexta-feira 20
Simone Silva
20/02/2026 | 07:51

No sábado de Carnaval, a coluna esteve em Olinda e marcou presença no famoso camarote Carvalheira na Ladeira, um verdadeiro festival em ecletismo musical em plena folia. Tudo o que falam do espaço é pura verdade. É diferente, monumental e diverso, amplo em inúmeros aspectos, surpreendente na organização, o que dá um orgulho danado em nós, nordestinos. Talvez seja por isso que, nos quatro dias, ele é o escolhido de gente que vem de todas as partes do País — o que, é claro, inclui vários potiguares. Encontramos alguns por lá. Quem vai com expectativas, pode ter certeza, sai de lá com elas absurdamente superadas. E vou te explicar por quê.
Ocupando o Memorial Arcoverde, onde em determinado espaço está sob uma via onde transitam até ônibus, chamar o local de camarote é um acinte. Vai além.

Entre figuras e elementos da tradição cultural do carnaval pernambucano e modernidades nas experiências e ativações de marcas, uma cenografia instigante, organizada e inteligente, que, apesar das multicores, não cansa o olhar. Nada é posicionado de forma aleatória. São 2 mil pessoas envolvidas para tornar o Carvalheira memorável. Chamou atenção o espaço de acolhimento com equipe especializada com suporte psicológico para vítimas de assédio e até para tratar de furtos de celulares. Não falta gente bonita e o desfile de modelos de camisas customizadas pelas mulheres surpreende. O camarote é conhecido por não oferecer bebida fora da temperatura ideal e por ninguém ficar em fila de bar. Inclusive comprovamos. Não é à toa considerado o maior open do Brasil no Carnaval. São 12 horas mesmo. Bar para todo lado e com vários pontos de hidratação, além de uma praça de alimentação gigante.

Cinco palcos (sendo Bololô e o Caverna as novidades do ano) garantiam o som ininterrupto, com uma mega boate (GAC Club). Os shows sempre anunciados pela figura do Seu Carva. E que line-up! No sábado de Zé Pereira teve até o potiguar Litto Lins. Mas o destaque mesmo no palco principal foi Nattan, numa apresentação vibrante. Teve ainda Silva, Jorge e Mateus, Natanzinho Lima, Raphaela Santos, Dubdogz e É o Tchan. Isso só no sábado. Nossa opinião: o Carvalheira na Ladeira vale a pena. Para quem gosta de festa e Carnaval, eu diria que é im-per-dí-vel! Impossível não falar do respeito com a imprensa e agradecer a Caio Oliveira e Marcela Nunes pela receptividade. Aos leitores, só avisar: a prévenda para 2027 já está aberta. Cuide!

SAIBA TUDO

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Duda Dubeaux e Victor Carvalheira - Foto: reprodução
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