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Número de pessoas com sintomas após comer peixe em restaurante de Natal sobe para nove

Departamento de Vigilância em Saúde investiga o caso; amostras dos alimentos foram enviadas para análise no Lacen
Agora RN
09/05/2025 | 19:01

O Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), da Secretaria Municipal de Saúde de Natal, atualizou nesta sexta-feira 9 para nove o número de pessoas que apresentaram sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais e diarreia após consumirem peixe em um restaurante da capital potiguar, na última terça-feira 6. Três pessoas precisaram ser hospitalizadas.

Segundo o DVS, o evento realizado no restaurante reuniu 33 pessoas. A equipe de investigação conseguiu contato com 14 delas, o que permitiu levantar os dados divulgados. Ainda não há confirmação sobre o que causou os sintomas relatados.

cozinheiro de vista frontal limpando peixe na cozinha
Casos foram registrados após evento com 33 pessoas em restaurante da capital; sintomas incluem diarreia, vômitos e náuseas - Foto: Freepik/Ilustrativa

Amostras dos alimentos consumidos foram coletadas e encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Lacen), onde passarão por análise. O resultado é esperado em até 30 dias.

De acordo com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), os sintomas relatados pelos participantes do evento foram: diarreia (21,4%), sintomas neurológicos (21,4%), náuseas (17,9%), vômitos (7,1%), dor abdominal (7,1%), cefaleia (3,6%) e outros (21,4%).

Mesmo com os registros, a Vigilância Sanitária de Natal informou que não emitiu nenhuma orientação para suspender a oferta ou o consumo de pescados na capital.

O chefe da VISA Natal, José Antônio de Moura, afirmou que a fiscalização não foi ampliada para outros estabelecimentos que servem pratos semelhantes. “Entendemos que esse não foi um problema do estabelecimento e nem que exista um mapa de contaminação. Não há motivos para alarde ou para deixar de comer peixe”, disse.

Ele completou: “Antes de divulgar qualquer informação, é preciso investigar, então é isso que nós estamos fazendo.”

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