Em meio a um impasse judicial, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN) expressou profunda preocupação com a possibilidade de suspensão das obras de engorda da praia de Ponta Negra. O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação que visa interromper o projeto, argumentando riscos ambientais.
Segundo a Fecomércio RN, a suspensão poderia resultar em danos irreversíveis tanto para o ambiente quanto para a economia local. A federação alerta para os impactos negativos no Morro do Careca, destacando que a engorda é crucial para mitigar os efeitos da erosão marítima e garantir a sustentabilidade da região, essencial para o turismo.

“Esperamos que essa ação não seja acolhida pela Justiça Federal, pois a engorda é fundamental para preservar nosso maior cartão-postal e impulsionar o turismo em Natal”, declarou a Fecomércio RN em comunicado oficial. A federação enfatizou seu papel mediador nas discussões entre o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), visando resolver divergências e promover o desenvolvimento sustentável.