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TJRN

Juíza Sandra Elali deve assumir como desembargadora no Tribunal da Justiça do RN

Sandra é graduada em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e possui especializações em Direito Processual Civil e Penal pela Universidade Potiguar
Redação
15/07/2024 | 10:02

A juíza Sandra Elali deverá assumir a vaga de desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), após a morte do desembargador Virgílio Macêdo Júnior no último domingo 14.

Sandra é graduada em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e possui especializações em Direito Processual Civil e Penal pela Universidade Potiguar, além de um MBA em Poder Judiciário pela Fundação Getúlio Vargas.

Juíza Sandra Elali deve assumir como desembargadora no Tribunal da Justiça do RN
Juíza Sandra Elali deve assumir como desembargadora no Tribunal da Justiça do RN - Foto: Reprodução

Atualmente, além de suas funções como magistrada, ela atua como professora na Escola da Magistratura do Rio Grande do Norte e desempenha o papel de Conselheira Pedagógica na mesma instituição.

Virgílio Macedo: Décadas dedicadas à magistratura

Virgílio Macêdo Júnior ingressou na magistratura há 38 anos, sendo promovido ao TJRN em 24 de março de 2010. Atuava na 2ª Câmara Cível, na Seção Cível e no Tribunal Pleno, além de ser o coordenador estadual dos Juizados Especiais do Rio Grande do Norte para o biênio 2023-2024, assim como presidente da Turma Recursal de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados Especiais.

Graduado pela Universidade Federal do Estado (UFRN) em 1983, onde atuou do Departamento de Direito Privado, Virgílio foi diretor da Esmarn no período de 1995 a 2002 e, assumiu a direção da entidade novamente no biênio 2021-2022.

Ele presidiu a Associação dos Magistrados do Estado (Amarn) no biênio 2003-2004 e o TRE-RN no biênio 2014-2015, sendo depois vice-presidente e corregedor da Corte Eleitoral no biênio 2015-2016. No TJRN, foi vice-presidente no biênio 2019-2020 e integrou o Conselho da Magistratura por diversas oportunidades.

O vice-presidente do TJRN, desembargador Glauber Rêgo, lamentou a perda e descreveu Virgílio como uma figura acolhedora e respeitada. “Respeitado, cheio de amigos, e que realizou muito no Poder Judiciário. Teve uma passagem marcante na formação de magistrados. Era um magistrado feliz, de bem com a vida. Fazia justiça, fazia aquilo que era correto. Era uma referência para todos nós; perdi um grande amigo”, afirmou.

O presidente da AMARN, juiz Artur Cortez, ressaltou o impacto de Virgílio na comunidade jurídica e na educação. “Deixa um legado inesquecível. Um magistrado completo, nas lides associativas, um educador que revolucionou a Escola da Magistratura e um desembargador que captou e compreendeu o que é o sentido de realização da justiça”, falou.l

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