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Henrique quase chora implorando a Dilma para permanecer ministro

Em sua coluna, o jornalista Jorge Bastos Moreno escreve sobre o pedido de Henrique para permanecer no Ministério do Turismo
Jorge Bastos Moreno
10/10/2015 | 12:00

Há uma semana Dilma foi obrigada a tornar real o bordão “segura o choro”, criado pelo seu imitador Gustavo Mendes, para conter o pranto de Henrique Alves, diante da possibilidade de perder o cargo de ministro do Turismo.

Comovida ao ver o ministro quase de joelhos aos seus pés, Dilma resolveu deixá-lo onde estava. E encantou-se com a fragilidade daquele seu auxiliar, a quem, até então, pouco conhecia. Entendeu aí por que o político é chamado de “Henriquinho”.

Henrique alves aparece em primeiro na rejeição do eleitorado potiguar

Pois não é que, na primeira reunião ministerial do “novo” governo, Dilma não se surpreende ao dar a palavra a um ministro totalmente diferente daqueles que há dias derramou-se em lágrimas na sua frente?

O “Henriquinho” deu lugar ao “Henricão”, que, de dedo em riste, passou um sabão na base e, mirando para temer em outros colegas do PMDB, cobrou fidelidade canina ao governo, por tudo o que a presidente fez até hoje por esse partido ingrato.

Temer segurou. O riso!

Coluna do Moreno