O Festival MADA (Música Alimento da Alma) reuniu aproximadamente 40 mil pessoas ao longo de dois dias de programação em Natal. A 28ª edição do evento foi realizada na sexta-feira 16 e no sábado 17, na Arena das Dunas, e gerou cerca de 1.300 postos de trabalho diretos e indiretos, segundo a organização.
A programação contou com mais de 30 atrações de diferentes estilos e gerações da música brasileira, entre elas Zeca Pagodinho, Marina Sena, Emicida, BaianaSystem, Gaby Amarantos, Duquesa, Tribo de Jah com Célia Sampaio, Luiz Lins e Nanda Tsunami. Artistas potiguares e representantes das cenas independentes, urbanas e eletrônicas também integraram o festival.

Samba, rap, pop, reggae e música eletrônica ocuparam os palcos do MADA, que reuniu artistas consagrados e novos nomes da música nacional.
Festival movimenta economia local
Além da programação musical, o evento movimentou setores como alimentação, transporte, turismo, hospedagem, produção técnica e comunicação. A organização estima que cerca de 1.300 postos de trabalho diretos e indiretos foram gerados durante a realização do festival.
O evento também buscou ampliar a visibilidade de Natal no circuito nacional de grandes festivais, reunindo público em torno da música e da produção cultural.
Transmissão ampliou alcance do MADA
Em 2026, o festival também teve transmissão pela TV Globo, pela Inter TV e pelo Globoplay. De acordo com a organização, a cobertura alcançou estados das regiões Nordeste e Norte, além do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.
A transmissão ampliou o alcance da programação para além do público presente na Arena das Dunas e deu visibilidade nacional ao festival e à música produzida no Rio Grande do Norte.
O MADA é realizado pela Pé de Música Produções e conta com patrocínios, apoios comerciais e institucionais de empresas e órgãos públicos.