Um filme pode nascer de uma ideia simples. Uma caixa pode virar cenário. E a música feita no Estado encerra o mês no palco. Em setembro, essas três linguagens se revezam no Teatro Sesc Sandoval Wanderley, no bairro do Alecrim, em Natal, numa programação inteiramente gratuita que passa pelo audiovisual, pelas artes cênicas e pela música.
As atividades integram a agenda do Sesc RN, o Serviço Social do Comércio no Estado, entidade ligada ao Sistema Fecomércio RN, e entram nas comemorações dos 80 anos completados pela instituição. A temporada chega também no momento em que o teatro se aproxima de completar o seu primeiro ano aberto ao público.

Aberto em novembro de 2025, o equipamento soma 91 ações e público de mais de 22 mil pessoas até maio deste ano. A casa fica na Avenida Presidente Bandeira, 530, no bairro do Alecrim, na Zona Leste da capital.

O audiovisual é quem abre a programação do mês. A oficina “Tudo pode virar filme”, do projeto LABMAIS, é conduzida por Dênia Cruz, documentarista e produtora audiovisual do Rio Grande do Norte, nos dias 17, 22, 24 e 29 de setembro, sempre das 14h às 17h. As inscrições foram feitas por formulário on-line entre 1º e 7 de setembro e já estão encerradas, segundo o Sesc.
No sábado 19, o palco fica com uma produção vinda de Santa Catarina. O espetáculo “Caixa Ninho” será apresentado em duas sessões, uma às 16h e outra às 19h, dentro do Palco Giratório, projeto do Sesc que faz espetáculos circularem pelo país. A distribuição dos ingressos para as duas sessões começa nesta quinta-feira 17, no Portal de Eventos do Sesc RN, na internet, enquanto durarem as vagas.
Quem fecha a agenda, em 25 de setembro, às 19h, é a música potiguar: a cantora Dani Cruz apresenta o show “Canto de Sol”. Nesse caso, os ingressos ficam disponíveis a partir do dia 23, no mesmo Portal de Eventos do Sesc RN.
Nenhuma das atividades da programação é paga. Para entrar, pede-se a doação de 1 kg de alimento não perecível, e tudo o que for arrecadado vai para o Sesc Mesa Brasil, programa de combate à fome.
A agenda junta produções feitas no Rio Grande do Norte e trabalhos vindos de fora, sempre com a ideia de aproximar o público de manifestações artísticas das mais diversas. São uma oficina que explora as possibilidades do audiovisual, um espetáculo em circulação pelo país e um show feito no Estado: três linguagens reunidas na programação de setembro da casa.