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Operação

PF e Receita Federal fazem operação contra venda de eletrônicos clandestinos em Natal

Celulares, tablets e produtos terapêuticos sem autorização foram apreendidos durante ação em salas comerciais
Redação
14/05/2026 | 07:28

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram nesta quarta-feira 13 a Operação Ilegal Networks, que investiga a comercialização de produtos eletrônicos e de telefonia introduzidos clandestinamente no país sem recolhimento de tributos.

A ação ocorreu em Natal e teve como alvo salas comerciais utilizadas por uma empresa que funcionava sob a fachada de assistência técnica de celulares.

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peração da PF e Receita Federal cumpriu mandados em Natal - Foto: PRF

Segundo a Polícia Federal, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nos imóveis investigados.

Durante a operação, os agentes apreenderam celulares, tablets, computadores e acessórios sem comprovação de importação regular.

Além dos equipamentos eletrônicos, os policiais encontraram grande quantidade de produtos voltados para fins terapêuticos e estéticos armazenados sem controle sanitário adequado.

De acordo com a investigação, parte dos materiais estava sem refrigeração e não possuía autorização para comercialização no país.

Os agentes também localizaram insumos utilizados para possível fracionamento e aplicação das substâncias.

A operação contou com a participação de 16 policiais federais e três servidores da Receita Federal.

Segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e crime contra a saúde pública.

Produtos estavam em salas comerciais

As buscas ocorreram em salas comerciais utilizadas por uma empresa investigada por atuar no comércio irregular de eletrônicos e produtos importados.

Segundo a Polícia Federal, o estabelecimento funcionava oficialmente como assistência técnica de celulares.

Produtos terapêuticos também foram apreendidos

Além dos aparelhos eletrônicos, os agentes encontraram produtos destinados a fins terapêuticos e estéticos sem autorização para venda no Brasil.

Parte dos materiais estava armazenada sem refrigeração adequada, segundo a investigação.