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Polêmica

[VÍDEO] Homem desenterra esqueleto da irmã e leva restos mortais a banco para provar morte e sacar herança na Índia

Após ter saque negado por falta de documentação, homem retornou à agência com ossos da irmã em um saco, acreditando que comprovaria o óbito
Redação
28/04/2026 | 10:40

Um caso chocante e ao mesmo tempo incomum repercutiu na Índia nesta segunda-feira 28. Um homem desenterrou o esqueleto da própria irmã e levou os restos mortais até uma agência bancária para tentar comprovar a morte dela e retirar o dinheiro que estava depositado em conta.

O episódio aconteceu na vila de Mallipasi. De acordo com informações da polícia local, o homem foi identificado como Jitu Munda. A irmã dele morreu há cerca de dois meses e possuía aproximadamente 19.300 rúpias guardadas em uma conta de um banco rural.

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Homem desenterrou restos mortais da irmã e levou ossos a banco após não entender exigência de certidão de óbito para sacar dinheiro Foto: Reprodução

Após a morte da mulher, Munda procurou a agência para sacar o valor. No entanto, funcionários informaram que o dinheiro não poderia ser liberado de imediato, já que a conta permanecia em nome da falecida. Para concluir o procedimento, seria necessário apresentar certidão de óbito e outros documentos exigidos pelo banco.

Segundo as autoridades, Jitu Munda é analfabeto e não conseguiu compreender corretamente a explicação repassada pelos atendentes. Sem entender que precisava levar documentos oficiais, ele acreditou que a forma mais direta de provar a morte da irmã seria apresentar os próprios restos mortais.

Diante disso, o homem foi até o local onde ela havia sido enterrada, desenterrou os ossos e retornou à agência carregando o material dentro de um saco. A cena causou espanto entre funcionários, clientes e moradores da região.

O delegado Kiran Prasad Sahu, da delegacia de Patna, explicou o caso e afirmou que o homem agiu por desconhecimento. “Ele é inocente e não entendeu que precisava apresentar a certidão de óbito ao banco para recuperar o dinheiro que sua irmã havia depositado”, declarou.

O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e levantou debate sobre burocracia bancária e dificuldades enfrentadas por pessoas sem alfabetização no acesso a serviços básicos.