BUSCAR
BUSCAR
Cultue

Para ver e ouvir: Moana Live Action, nos cinemas e o girl group BabyMonster

Confira dicas de conteúdos para assistir e ouvir
Redação
17/07/2026 | 10:13

Live Action de Moana

Moana volta às telonas, desta vez em formato de Live Action. A animação da Disney ganhou uma versão para o cinema com direito a um elenco de peso, Catherine Laga’aia como Moana e The Rock como Maui. Dirigido por Thomas Kail, o Live Action segue fiel à narrativa original da animação, que acompanha a história de Moana, uma jovem corajosa que parte em uma viagem pelo oceano para salvar sua ilha. Com a ajuda do semideus Maui, ela enfrenta desafios, descobre suas origens e aprende a acreditar em sua própria liderança para restaurar o equilíbrio da natureza.

Desde que foram divulgadas as primeiras imagens, o Live Action gerou preocupação nos fãs da animação sobre a fidelidade da história e a essência dos personagens. Diferente de algumas outras produções recentes da Disney, em Moana prevaleceu o perfeccionismo por seguir a receita da animação.

capa portal (66)
Moanna Live Action, nos cinemas e o girl group BabyMonster - Foto: divulgação

Lançado em 2016, Moana tornou-se um dos maiores sucessos da Disney ao apresentar uma protagonista inspirada na cultura polinésia e uma história centrada na coragem, na identidade e na preservação da natureza. O filme conquistou público e crítica, recebeu indicações ao Oscar e deu origem a uma franquia que continua entre as mais populares do estúdio.

BABYMONSTER

O BABYMONSTER é daqueles grupos que mostram como a nova geração do K-pop já chegou ocupando espaço sem pedir licença. Desde a estreia, em 2023, o septeto da YG Entertainment — atualmente promovendo atividades com seis integrantes devido ao hiato de Rami — vem construindo uma identidade que combina a força característica da gravadora com uma sonoridade mais versátil. Faixas como “BATTER UP”, “SHEESH” e “DRIP” consolidaram essa trajetória, enquanto os lançamentos mais recentes apontam para uma fase ainda mais ousada.

É justamente aí que entram “Sugar Honey Ice Tea” e “Choom”, duas músicas que não saem da minha playlist. A primeira é irresistível desde os primeiros segundos, um refrão viciante, batida leve e uma atmosfera divertida que faz sentido tanto no fone de ouvido quanto no palco. Já “Choom” aposta em uma energia diferente, com uma performance que evidencia o que talvez seja o maior trunfo do BABYMONSTER: cada integrante consegue imprimir sua própria personalidade sem que o grupo perca a unidade. Ruka, Asa, Ahyeon, Pharita, Rora e Chiquita têm estilos muito distintos, e isso aparece tanto na interpretação quanto na presença de palco.

Talvez seja essa a razão de o BABYMONSTER estar conquistando tanta gente em tão pouco tempo. O grupo entrega músicas que funcionam no streaming, coreografias marcantes e um carisma que vai além do conceito de cada comeback. Não é preciso muito tempo ouvindo para entender por que tantas faixas acabam entrando no modo repetição. Com “Sugar Honey Ice Tea” e “Choom”, descobri um grupo que consegue ser pop, divertido e tecnicamente consistente ao mesmo tempo — e, confesso, estou completamente viciada.