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Não foi honesto na compra de vacina, avalie com voto impresso, reflete apresentador de TV do RN sobre Bolsonaro
Leo Souza, que foi candidato a vereador de Natal em 2018, comentou sobre o escândalo envolvendo o governo federal e vacina indiana Covaxin
Redação
01/07/2021 | 13:00

O apresentador Léo Souza usou suas redes sociais nesta quarta-feira 30 para se posicionar sobre um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin pelo governo de Jair Bolsonaro (Sem Partido). O comunicador, que apresenta o Roleo, na TV Tropical, afiliada da RecordTV no Rio Grande do Norte, comparou a postura do gestor federal na aquisição de imunizantes com o voto imprenso, que tem sido defendido pelo presidente para eleições gerais de 2022: “Não conseguiu ser honesto na compra de vacina. Avalie com voto de papel”. Apesar de não citar diretamente o nome de Bolsonaro, subentende-se que trata-se dele, considerando a sequência de post anteriores e posteriores.

O Planalto nega as acusações de que a aquisição de 20 milhões de doses desse imunizante, no valor total de R$ 1,6 bilhão, teria sido superfaturada em 1000%. Documentos obtidos pela CPI mostram que o valor contratado pelo governo brasileiro, de US$ 15 por vacina (R$ 80,70), ficou bem acima do preço inicialmente previsto pela empresa Bharat Biotech, de US$ 1,34 por dose. A compra não foi finalizada porque o escândalo estourou antes.

Na rota de críticas feitas por Souza, que foi candidato a vereador de Natal nas eleições municipais de 2018, também apareceu o ex-presidente Lula (PT). Ao compartilhar um post de Heni Ozi Cukier, o comunicador disse que o líder petista estava “caladinho”. “Lula continua calado sobre escândalos na compra de vacinas Isso não é esquecimento, é cálculo político! Ele sabe que é mais forte tendo Bolsonaro pra antagonizar e não liga de deixar o país sangrando Além disso, Ricardo Barros, pivô do escândalo, foi vice-líder do governo Lula”, publicou Cukier.

A declaração da deputada federal Carla Zambelli, comparando a “proporção” de crimes nos governo Lula e Bolsonaro também foi repercutida por ele. “A deputada Zambelli começou a comparar qual governo prevaricou mais. Os anos de Lula com os anos de Bolsonaro. Já fala em proporção dos crimes”, refletiu. E continou: “A deputada está falando em proporção de corrupção… como acreditar neste país?”

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