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Benefício
Governo estuda manter auxílio com valor abaixo de R$ 600; Guedes defende pagar R$ 200
Já auxiliares do governo, contam com parcelas de R$ 300 e a possibilidade dos pagamentos até dezembro
Redação/Folha de S.Paulo
18/08/2020 | 19:34

O governo federal estuda usar uma Medida Provisória para prorrogar o auxílio emergencial. O valor, porém, deve ser abaixo dos atuais R$ 600. É o que diz matéria publicada nesta terça-feira (18) pela Folha de S.Paulo.

Segundo a publicação, “o ministro Paulo Guedes (Economia) sempre defendeu um valor de R$ 200 porque essa é a média aproximada do pagamento do Bolsa Família, mas auxiliares do governo contam com parcelas de R$ 300 e a possibilidade dos pagamentos até dezembro”.

Ainda de acordo com a reportagem, o presidente Jair Bolsonaro já defendeu uma redução gradual dos valores, uma medida que técnicos chamam de “desmame” do programa. Eles ressaltam, no entanto, que ainda não há definição sobre o valor.

A lei que rege o auxílio emergencial define que o benefício pode ser prorrogado atualmente por ato do Executivo sem a necessidade de validação do Congresso, desde que seja mantido o valor de R$ 600 (já que esse é o valor previsto no texto).

Após o encerramento dos três meses originais do programa (abril, maio e junho), o governo já liberou mais duas parcelas do auxílio (julho e agosto). O valor de R$ 600 foi mantido.

Lei AQUI a íntegra da reportagem.

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