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Saúde

Flávio afirma que câncer de Bolsonaro é resultado de “perseguição incessante”

Médico do ex-presidente revelou, nesta quarta-feira 17, que exames realizados em Bolsonaro identificaram duas lesões compatíveis com câncer de pele
Redação
18/09/2025 | 09:06

Após Jair Bolsonaro (PL) ser diagnosticado com câncer de pele nesta quarta-feira 17, o filho e senador do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse que a doença do pai é “resultado da perseguição incessante desde que ousou desafiar o sistema de frente e lutar pelo Brasil”.

“Meu pai já lutou batalhas mais difíceis e venceu. Essa não vai ser diferente. Pode ter certeza que isso é resultado da perseguição incessante desde que @JairBolsonaro ousou desafiar o sistema de frente e lutar pelo Brasil. Mas quem tem Deus e o povo ao seu lado não teme nada e a ninguém!”, escreveu Flávio no X, antigo Twitter.

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Senador Flávio Bolsonaro. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O médico Claudio Birolini, da equipe cirúrgica que acompanha Jair Bolsonaro, confirmou que exames identificaram duas lesões compatíveis com câncer de pele no ex-presidente.

No domingo 14, Bolsonaro passou por um procedimento para remover oito lesões de pele. O laudo feito com o material biológico indicou a “presença de carcinoma de células escamosas ‘in situ’, em duas das oito lesões removidas”, segundo boletim médico divulgado nesta tarde.

“Duas das lesões vieram positivas para o carcinoma de células escamosas, que não é nem o mais bonzinho e nem o mais agressivo, mas, ainda assim, é um câncer de pele”, afirmou Claudio Biroloni. Segundo o médico, as lesões cancerígenas – localizadas no tórax e em um dos braços do ex-presidente – são “precoces” e “demandam apenas avaliação periódica”.

“O que ele vai ter que fazer é ser avaliado periodicamente para ver se outras lesões apresentam suspeitas. Com relação a essas lesões de câncer de Bolsonaro, elas foram retiradas, mas pela característica da pele dele, por ter tomado sol sem proteção, é caso de avaliação periódica. Não é caso de nenhum tratamento coadjuvante agora”, frisou o cirurgião.