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Denúncia

Fiuk vira réu por perturbação do sossego em condomínio de Alphaville em SP

Ministério Público acusa cantor de acelerar carros esportivos na garagem durante madrugadas; artista recusou acordo para encerrar o caso
Redação
31/07/2026 | 17:40

O cantor e ator Fiuk tornou-se réu em uma ação penal por perturbação do sossego após o Tribunal de Justiça de São Paulo receber denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). A decisão é de 7 de julho e dá início ao processo criminal contra o artista.

Com o recebimento da denúncia, Filipe Kartalian Ayrosa Galvão, nome de registro de Fiuk, deixou a condição de investigado e passou a responder como réu. O juiz responsável pelo caso entendeu que existem indícios suficientes para o prosseguimento da ação e determinou a citação do cantor para apresentar defesa.

Fiuk vira réu por perturbação do sossego em condomínio de Alphaville em SP - Foto: Reprodução/Instagram
Fiuk vira réu por perturbação do sossego em condomínio de Alphaville em SP - Foto: Reprodução/Instagram

Segundo a denúncia do Ministério Público, os fatos ocorreram entre janeiro de 2025 e março de 2026, no condomínio onde Fiuk reside, em Alphaville, no município de Barueri (SP).

A promotora de Justiça Paula Augusta Mariano Marques afirma que o artista, conhecido por ser entusiasta de carros esportivos e piloto de drift, costumava ligar e acelerar veículos na garagem da residência durante a madrugada e em horários de descanso, produzindo ruídos que perturbavam o sossego dos moradores.

O Ministério Público enquadrou o cantor no artigo 42, inciso III, da Lei das Contravenções Penais, que trata da perturbação do trabalho ou do sossego alheios por abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos.

Por se tratar de uma contravenção penal, a infração é considerada de menor potencial ofensivo e prevê sanções mais brandas do que aquelas aplicadas aos crimes previstos no Código Penal.

Cantor recusou proposta de acordo

Antes do recebimento da denúncia, Fiuk participou de uma audiência realizada em 30 de junho, quando recusou uma proposta de transação penal apresentada pelo Ministério Público.

O acordo permitiria o encerramento do caso sem o prosseguimento da ação penal, mediante prestação de serviços à comunidade ou pagamento equivalente a meio salário mínimo destinado a um fundo ou entidade.

Com a recusa da proposta e o recebimento da denúncia pela Justiça, o cantor passa a responder formalmente ao processo.