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Crime

[VÍDEO] Ex-padrasto confessa assassinato de menina de 7 anos e relata plano: “Não vou matar, vou dar um susto”

Criança foi encontrada enterrada no quintal da casa do suspeito; Polícia Civil investiga possível participação de outras pessoas
Redação
22/04/2026 | 08:38

José Alves Teixeira Sobrinho, o ex-padrasto da menina Pétala Yonah Silva Nunes, de 7 anos, confessou o assassinato da criança e descreveu, em depoimento à Polícia Civil do Rio Grande do Norte, detalhes do crime ocorrido na Zona Oeste de Natal.

Durante o relato, o homem afirmou que havia planejado inicialmente um sequestro para atingir a mãe da vítima.

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Ex-padrasto da menina Pétala Yonah Silva Nunes - Foto: reprodução redes

Em depoimento, o suspeito declarou: “A criança ficou jogando no meu celular […] eu falei eu vou dar um susto, não vou matar, vou dar um susto, deixo ela presa, aparece o boato de desaparecida, só pra atingir a mãe e causar uma tristeza. Depois pego um uber e boto ela em um lugar desconhecido pra depois ser achada com vida. Eu amarrei ela, com um fio normal de carregador, amarrei dentro de casa consciente, e coloquei uma sacola, não fechando a boca, fiz uma cova rasa no beco e deitei ela e cobri com uma tábua, cavei e coloquei um pouco de terra pra disfarçar pra quem passava, tinha consciência que ela estava consciente ainda, a forma que eu planejei não deu certo.”

O homem também citou objetos que teriam sido usados, como alicate, máscara, balaclava e spray de pimenta.

Crime

A criança foi encontrada morta na segunda-feira 20, enterrada no quintal da casa do suspeito, no conjunto Leningrado, no bairro Planalto, na Zona Oeste de Natal.

Segundo a polícia, o homem confessou ter abusado sexualmente e matado a criança.

Pétala estava desaparecida desde a tarde do domingo 19, quando saiu de casa por volta das 15h. Familiares e moradores realizaram buscas na região, sem sucesso.

O suspeito foi localizado na manhã da segunda-feira no local de trabalho, interrogado e confessou o crime.

Investigação

De acordo com a Polícia Civil, o caso é tratado como possível vicaricídio, quando o agressor atinge pessoas próximas de uma mulher para causar sofrimento psicológico.

A legislação prevê pena de reclusão de 20 a 40 anos para esse tipo de crime.

A polícia segue investigando as circunstâncias e a possível participação de outras pessoas. O caso gerou mobilização de moradores da região.

Confira o vídeo: