BUSCAR
BUSCAR
Execução

Comerciante é executado a tiros em frente à própria conveniência na Vila de Ponta Negra

Homem organizava churrasqueira para receber clientes quando criminosos chegaram em dois carros e abriram fogo; polícia investiga possível ligação com disputa entre facções
Redação
20/07/2026 | 09:23

Um jovem comerciante foi morto a tiros no início da noite deste sábado 18 em frente à própria conveniência, na Rua da Campina, na Vila de Ponta Negra, zona Sul de Natal.

A vítima foi identificada como Mateus Franco de Souza. Segundo informações apuradas no local, ele organizava a churrasqueira para receber os primeiros clientes quando foi surpreendido pelos criminosos.

COMERCIANTE VILA PONTA NEGRA
Mateus Franco de Souza foi morto a tiros em frente à própria conveniência na Vila de Ponta Negra Foto: Reprodução/Tv Ponta Negra

De acordo com informações extraoficiais, três pessoas estavam no estabelecimento por volta das 18h45, quando dois carros pararam em frente ao local. Os ocupantes desembarcaram e efetuaram diversos disparos contra o comerciante, sem dizer nenhuma palavra.

Duas pessoas que estavam na conveniência conseguiram fugir antes de serem atingidas. Já Mateus tentou correr para o interior do estabelecimento, mas caiu ferido entre as mesas e um freezer. Ele morreu ainda no local, antes da chegada do socorro.

A perícia encontrou cápsulas de pistola espalhadas pelo estabelecimento. A fachada da conveniência ficou danificada, com a vidraça estilhaçada pelos disparos.

Apesar do crime ter ocorrido em uma das principais vias da Vila de Ponta Negra, nenhuma testemunha forneceu informações sobre os autores ou o veículo utilizado na fuga.

Segundo a Polícia Militar, uma das linhas de investigação é de que o homicídio esteja relacionado à disputa entre facções criminosas por território. O estabelecimento havia sido inaugurado há cerca de um mês.

Equipes da Companhia Independente de Policiamento Turístico (CIPTur) e do 5º Batalhão da Polícia Militar atenderam à ocorrência, mas os suspeitos já haviam fugido.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).