Dois fenômenos celestes foram vistos neste domingo (27): um eclipse total lunar e a chamada superlua, que é quando há máxima aproximação do satélite com a Terra durante a Lua cheia. O fenômeno faz com que a lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante que o normal.
A última vez que ocorreu uma combinação de uma superlua com um eclipse total foi em 1982 e só se repetirá novamente em 2033.

A superlua acontece porque a órbita da lua, isto é, o caminho que a lua faz ao redor da Terra, não é circular. A órbita é achatada, ou seja, uma elipse. “E se o caminho é elíptico, isso significa que em algum momento a lua vai chegar um pouquinho mais perto da Terra”, explica a astrônoma Patricia Spinelli, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), do Rio de Janeiro.
Já os eclipses, segundo a astrônoma, têm uma periodicidade de duas vezes por ano. Neste domingo, o eclipse coincidiu com a proximidade da lua em relação à Terra devido a um fator geométrico.
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