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Pretensão
Sem dinheiro e pessoal, Secretaria de Infraestrutura quer melhorar projetos
Segundo o titular da pasta, Gustavo Rosado Coelho, problemas recorrentes foram encontrados em obras deixadas como inauguradas pelo governo Robinson Faria, como o Museu da Rampa e a ampliação do Centro de Convenções
Redação
06/02/2019 | 11:59

Com falta de pessoal e dinheiro para tocar as obras, a Secretaria Estadual de Infraestrutura (SIN), ao fim do primeiro mês de gestão da governadora Fátima Bezerra, trabalha na recomposição de novos contratos e na análise dos antigos.

Segundo o titular da pasta, Gustavo Rosado Coelho, há uma preocupação em melhorar a qualidade dos projetos, já que problemas recorrentes foram encontrados em obras deixadas como inauguradas pelo governo Robinson Faria, como o Museu da Rampa e a ampliação do Centro de Convenções de Natal.

No caso do Museu da Rampa, financiado pelo Ministério do Turismo, Rosado afirma que apenas entre 65% a 70% do cronograma foi cumprido e há problemas estruturais a serem resolvidos, como na área do pier.

Segundo ele, o Governo do Estado ainda precisará desembolsar à título de contrapartida em torno de R$ 1,8 milhão para finalizar as obras e concluir os trabalhos restantes para poder acessar o que falta do convênio celebrado com o Governo Federal de R$ 3 milhões.

O problema é o dinheiro para as contrapartidas uma vez que elas acontecem toda vez que se comprova a finalização de uma parte da obra e o Estado, ao receber a parcela do convênio federal correspondente, precisa ingressar com sua parte.

Já no caso do Centro de Convenções de Natal, cuja ampliação foi inaugurada no fim do governo Robinson Faria, há ainda a realizar toda a parte de prevenção exigida pelo Corpo de Bombeiros antes da execução do trabalho propriamente dito. “Só nisso serão mais R$ 2 milhões que o Estado precisará desembolsar, sem contar alguns outros ajustes que estão sendo analisados”, lembrou o titular da SIN.

Mas as dificuldades da Secretaria de Infraestrutura não param por ai. Há também as obras de todo sistema penitenciário potiguar, abrangendo os presídios de Alcaçuz, em Nísia Floresta, recentemente reformado; o Mário Negócio, em Mossoró, além de Pau dos Ferros e Caicó.

Além disso, afirma o secretário, o que existe de recursos federais assegurados para a manutenção da malha rodoviária estadual “passa longe do que é preciso”. Isso, sem mencionar as obras de finalização da Avenida Roberto Freire, em Ponta Negra; o viaduto na intercessão da BR-101 e a Avenida da Integração, que fazem parte do prolongamento da Avenida Prudente de Moraes e a própria continuação do Pró-Transporte na zona Norte.

Nesse caso do Pró-Transporte, o secretário chama a atenção para um problema extra: A obra é de execução do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e o estado, que no começo do projeto entrava apenas com as contrapartidas, assumiu com o tempo a responsabilidade financeira maior e hoje arca com 60% dos custos contra 40% do governo federal. “Esta é uma das obras para as quais a governadora Fátima Bezerra tentará obter recursos novos em Brasília”, informou.

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