A professora Penélope Domitila de Medeiros Crispiniano morreu nesta quinta-feira (16), em Fortaleza, em decorrência de uma infecção bacteriana. Ela era a filha mais velha do diretor geral da Fundação José Augusto Crispiniano Neto, que confirmou a notícia nas redes sociais.
Penélope vinha se recuperando há 50 dias de um acidente automobilístico que a havia deixado com traumatismo craniano. Porém, não resistiu à infecção provocada por uma bactéria. O corpo da professora, que lecionada em Aracati, será transportado para a cidade de Mossoró, onde ocorrerá o sepultamento ainda nesta quinta-feira (16), seguindo as recomendações das autoridades sanitárias devido a pandemia da Covid 19.

A Fundação José Augusto divulgou uma nota de pesar em nome de todos os funcionários e gestores. O diretório estadual e o setorial de Cultura do Partido dos Trabalhadores também lamentou a morte de Penélope. Várias mensagens de apoio e solidariedade de artistas e produtores da cultura também foram divulgadas nas redes sociais.
Crispiniano Neto escreveu que a família estava esperançosa quanto a recuperação de Penélope:
– Infelizmente é verdade. Penélope vinha superando os traumas do acidente, mas não resistiu a uma bactéria que atacou-lhe o coração nos últimos dois dias e contrariou as providências dos médicos, que não mediram esforços, como vinham fazendo desde o primeiro momento Estávamos realmente esperançosos, mas Deus é maior e sabe mais que nós. É como acaba de nos dizer um amigo: “A vida é feita de escolhas, mas também tem seus momentos de imposições”. Cabe-nos agora dar continuidade à criação é formação dos seus três filhos e honrar-lhe a memória”, diz um trecho do depoimento.
A morte foi lamentada, por meio do twitter, pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra.
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