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Auxílio
Com ajuda de Fátima, cadeia de carne do RN pode ser recuperada, diz Anorc
Expectativa, de acordo com o presidente Marcelo Passos, é de que com o decreto de isenção do ICMS sobre o abate, produtores locais retomem força de mercado
Rafael Lopes
04/07/2019 | 12:12

O diretor-presidente da Associação Norte Riograndense de Criadores (Anorc), Marcelo Passos, disse que a iniciativa do governo em isentar o abate de bovinos do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), pode, a longo prazo, modificar totalmente a atual situação dos pequenos criadores.

“Essa medida do governo se enquadra numa estratégia desenvolvimentista que vai possibilitar novos caminhos de sustentabilidade. Com o governo ajudando o produtor rural a reaver sua produção e a conseguir sair do abate feito na clandestinidade, logo mais o mercado local e o de fora do RN ganharão força”, destacou o representante da Anorc em entrevista concedida ao Jornal Agora, apresentado na Rádio 97,9 FM.

Ainda de acordo com Passos, o incentivo possibilitado pela isenção do ICMS poderá mudar a atual situação de vários produtores em todo o RN.

“Só pra se ter uma ideia, o RN tem hoje 18 mil propriedades rurais abandonadas por falta de uma política desenvolvimentista. No caso dos criadores, praticamente todos faliram por não suportarem as falhas da cadeia da carne no nosso estado”, afirmou.

No início do mês passado, a governadora Fátima Bezerra anunciou a assinatura do decreto que isenta o abate de bovinos no Rio Grande do Norte do ICMS.

A expectativa, segundo Marcelo Passos, é de que com o decreto posto em prática, as liberações de créditos aos pequenos produtores sejam facilitadas, bem como a geração de novos empregos no setor.

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