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Eleições 2026

‘Respeito, mas não desisto nunca’, diz Flávio sobre aliança com PP

Senador disse que manterá conversas com outras legendas e assegurou que apresentará “a melhor chapa” à população
Redação
01/08/2026 | 05:18

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que respeita a decisão do PP — formalizada nesta sexta-feira 31 — de permanecer neutro na disputa eleitoral, mas que continuará buscando uma aliança até o prazo final para a definição da chapa. “Óbvio que eu respeito, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca”, declarou Flávio.

O senador disse que manterá conversas com outras legendas e assegurou que apresentará “a melhor chapa” à população. Instantes antes do anúncio oficial do PP, ele havia demonstrado otimismo com a possibilidade de ter a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como companheira de candidatura.

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Flávio Bolsonaro é o candidato do PL à Presidência; Senadora Tereza Cristina não poderá ser vice na chapa - Foto: Edilson Rodrigues / Senado e Jefferson Rudy / Senado

Flávio participou de uma reunião com cerca de 20 vereadores de São Paulo, organizada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB). O encontro ocorreu no comitê de campanha do candidato, próximo ao Parque Ibirapuera, e reuniu políticos do PL, MDB, União Brasil, PP, Republicanos e Podemos. O governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) também compareceu.

Após o veto, o candidato elogiou Tereza Cristina e afirmou ter ficado “honrado” com a aceitação do convite. Ele também minimizou qualquer desgaste com o PP, partido no qual iniciou sua trajetória política.

“É o partido onde eu iniciei a minha carreira política, em que eu me sinto bastante em casa e me relaciono bem com seus presidentes. Até o dia 5 tudo pode acontecer”, disse. Flávio acrescentou que as negociações com o PP e o União Brasil continuarão nos estados e que as legendas estarão juntas em diferentes palanques regionais.

O PL tem até 5 de agosto para definir o nome do vice, mas ainda não conseguiu formalizar uma aliança nacional com partidos do Centrão. Sem um acordo, a legenda poderá recorrer a uma solução interna e escolher outro integrante do próprio partido.

Também é cotado o nome de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal. A indicação, entretanto, dependeria de um entendimento com o Republicanos, partido ao qual ela é filiada.