O “Bloco dos Tornozelados”, como ficou conhecido, causou polêmica na terça 1 em Natal. Durante o último dia do carnaval na capital potiguar, O grupo de foliôes que integraram o bloco se caracterizaram como presidiários, utilizando roupas semelhantes aos uniformes dos presídios potiguares e um acessório na perna, objeto semelhante a uma tornozeleira eletrônica. Entre os foliões, houveram pessoas que confeccionaram e levaram objetos semelhantes a armas de fogo.
O fato reperticutiu, e vários vídeos que registraram o desfile do bloco foram compartilhados na internet e redes sociais. Pessoas também comentaram sobre o assunto, afirmando que a ação do bloco poderia ser interpretada como uma apologia ao crime.

De acordo com o professor e advogado especialista em direito penal, Gabriel Bulhões, acredita que as fantasias, no entanto, não configuram ato criminoso.
“Não visualizo. Seria a mesma coisa de você ir a Olinda e prender uma pessoa fantasiada de presidiário”, disse o especialista. Ele usou o exemplo da cidade pernambucana para afirmar que a diferença geográfica não deve ser um critério para definição de um crime.”
O caso está sendo apurado pela Polícia Militar que, por enquanto, não pretende não se manifestar sobre o assunto.
*As informações são da Tribuna do Norte