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Reunião

PMs e bombeiros do RN convocam assembleia sobre salários atrasados

Decisão aconteceu após reunião com a governadora Fátima Bezerra na tarde da quarta-feira 27. De acordo com a Associação, na ocasião não foi anunciada qualquer sinalização real sobre o pagamento dos passivos de 2018
Redação
29/01/2021 | 12:19

As entidades representativas dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Rio Grande do Norte convocaram Assembleia Geral Unificada para a próxima quarta-feira, 3, para discutir ações diante de pagamentos atrasados de 2018. O ato será em frente à Governadoria, no Centro Administrativo as 9h.

Segundo a Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais Militares e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN), a decisão aconteceu após reunião com a governadora Fátima Bezerra na tarde da quarta-feira 27. De acordo com a Associação, na ocasião não foi anunciada qualquer sinalização real sobre o pagamento dos passivos de 2018.

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O ato será em frente à Governadoria, no Centro Administrativo as 9h. Foto: Agência Brasil

“O governo anunciou apenas que em maio e novembro de 2021 quitará o 13° atrasado de 2018, não havendo qualquer previsão sobre o pagamento de dezembro de 2018”, informa nota oficial emitida em conjunto pelas entidades.

O comunicado acrescentou ainda que em determinado momento da reunião, a governadora cortou o microfone dos representantes das entidades presentes e, em seguida, se retirou da reunião, deixando o assunto a ser tratado por seus secretários.

“É absurdo que diante de mais de dois anos de atraso seja feito um anúncio vago, sem data exata, sem informar qual faixa salarial vai ser abrangida, especialmente diante do acordo que foi feito em 2019 sobre priorizar as demandas da Segurança”, Para a subtenente Márcia Carvalho, vice-presidente ASSPMBMRN.

A representante da entidade reforçou que o Governo deve apresentar uma proposta mais precisa. “Diante deste vácuo, vamos nos reunir com a tropa para explicarmos a situação e discutirmos juntos alguma solução. Não vamos ser porta-vozes de uma notícia sem fundamento e sem previsões concretas”, enfatizou.