A segunda frente de infraestrutura é hídrica. O Sistema Adutor Costa Branca prevê R$ 37,5 milhões em investimentos, dos quais R$ 28 milhões são provenientes do governo federal e R$ 9,5 milhões correspondem à contrapartida estadual.
O projeto apresentado pelo governo prevê 43,1 quilômetros de extensão e prazo de execução de 18 meses. A estimativa é beneficiar cerca de 14 mil moradores até 2038, alcançando a área urbana de Areia Branca e localidades como Pé de Serra, Ponta do Mel, São Cristóvão, Redonda, Morro Pintado e São José.

O processo de contratação avançou em junho, com a abertura de licitação para implantação do sistema. A concorrência prevê elaboração dos projetos executivos e realização das obras sob regime de contratação semi-integrada.
Somados, o Polo Gás Sal e o Sistema Adutor representam aproximadamente R$ 72 milhões. Embora atendam necessidades distintas, os dois investimentos enfrentam gargalos que condicionam a expansão econômica da Costa Branca: disponibilidade de energia para a atividade produtiva e segurança no abastecimento de água.
Para o governo, a aposta é que a infraestrutura ajude uma economia historicamente apoiada na extração de recursos naturais a avançar também no beneficiamento e na agregação de valor. O teste, a partir de agora, será transformar quilômetros de novas redes em redução de custos, novos projetos privados e expansão da atividade econômica regional.