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Para ver e ouvir: Michael, nos cinemas, e Drop Dead, de Olivia Rodrigo

Confira dicas de conteúdos para assistir e ouvir
Redação
30/04/2026 | 08:58

Michael, em cartaz nos cinemas

O cinema volta a olhar para uma das maiores estrelas da música mundial. Michael chega às salas de exibição trazendo a história de Michael Jackson, desde a infância até o auge da carreira como um dos artistas mais populares da história do pop.

O filme acompanha a construção do “Rei do Pop” e mostra momentos marcantes da vida profissional e pessoal do cantor, que cresceu sob os holofotes e viveu a pressão constante da fama global.

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Michael, nos cinemas, e Drop Dead, de Olivia Rodrigo - Foto: divulgação

Na produção, o papel de Michael é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do artista, o que traz um tom mais próximo e familiar à narrativa. Com direção de Antoine Fuqua, o longa aposta em recriações de performances icônicas e na força das músicas que marcaram gerações, ao mesmo tempo em que relembra os bastidores de uma carreira que mudou a história da música.

Mais do que uma cinebiografia, o filme retoma a discussão sobre o legado de Michael Jackson e a forma como ele segue influenciando a cultura pop décadas depois.

Drop Dead, novo single de Olivia Rodrigo

O novo single da popstar Olivia Rodrigo, “drop dead”, lançado em 17 de abril, marca o início da divulgação de seu terceiro álbum, you seem pretty sad for a girl so in love, previsto para 12 de junho. A música mantém a linha emocional que consolidou a artista no pop, mas muda o foco: em vez de falar sobre términos, aborda o começo de um relacionamento.

A produção, assinada por Dan Nigro com colaboração de Amy Allen, mistura soft-rock, indie e synth-pop, com um crescimento gradual ao longo da faixa. A sonoridade segue o caminho de Sour (2021) e Guts (2023), sem grandes mudanças, reforçando a identidade já conhecida da cantora.

Na letra, Olivia transforma uma experiência pessoal em algo fácil de se identificar. O amor aparece de forma intensa e idealizada, mas com sinais de fragilidade. A referência a “Just Like Heaven”, da The Cure, ajuda a conectar esse sentimento com um romantismo mais clássico.

Com isso, “drop dead” funciona como um indicativo claro do que está por vir: um álbum que deve explorar o amor sob uma perspectiva ambivalente, equilibrando idealização e melancolia sem romper com a identidade artística da cantora.