Tudo com Toinho Torres
ANTÔNIO TORRES, 35, é um cara do bem. Brincalhão, batalhador e que gosta de aproveitar a vida, seja trabalhando ou simplesmente curtindo. Nos últimos tempos ambas as coisa se misturam, o labor e a diversão ocupam o mesmo espaço nos seus dias e principalmente noites. É coordenador de marketing da Clap Entretenimento, a gigante responsável pelos principais shows do estado e ainda pelo Carnatal. Apesar disso mantém os pés no chão, o jeito de menino tranquilo, a simplicidade e discrição. Isso faz com que sempre esteja cercado de amigos, para ele os melhores momentos envolve os mais chegados. Toinho, como é mais conhecido começou a atuar na área de eventos no grêmio da escola, quando organizava as festas para os alunos. Assim, devagar, foi aprendendo sobre o segmento. Para quem acha interessante já faz um alerta dizendo que não é tão fácil como o “glamour” da área propõe, “mas é prazeroso”. Apreciador de samba e reggae (de Fundo de Quintal a Edson Gomes) passando pelo forró, o empreendedor é inquieto, praieiro, resiliente, sempre preocupado com o outro, feliz em aproveitar as oportunidades que lhe são dadas. Um cara família que tem entre os planos ser pai, sendo aquele que sempre olha as coisas pelo lado positivo, que se orgulha da própria história, e ela está só começando. “Não abro mão de lutar por aquilo que acredito e de aproveitar a vida. Ela é única! Se ficar perdendo tempo com besteira ou coisa ruim, o tempo passou e nada fica”. Esse é @antonioftorres.
Quando percebeu que podia trabalhar no segmento ?
Após algumas experiências produzindo eventos no colégio – claro que com suas devidas proporções – fui me envolvendo mais no segmento e vendo oportunidades na minha frente. Comunicação, experiências, etc. Tudo foi me encantando. O dinamismo.

O melhor e o pior do trabalho, é difícil lidar com artistas?
O que mais me fascina no trabalho é o dinamismo, a capacidade de mudança, de criação e oportunidades. Nem sempre é difícil. Cada artista tem sua personalidade, sua história e forma de lidar. São pessoas como a gente. É entender que tem dias bons, dias ruins e estão ali também procurando fazer o seu melhor.
Como percebe um sucesso, quem é o artista do momento e quem não sai de moda?
Eu já gosto muito de trabalha com análise de dados, então a gente alia métricas, o tato com as pessoas e vai entendendo o que está agradando mais ou menos. Para mim o artista e Wesley Safadão e Cartola nunca sai de moda.
Quem te inspira?
Eu acho que um pouco de cada pessoa no meu convívio. A força da minha mãe, a alegria da minha avó, a forma de trabalhar de alguns amigos. Muita gente busca a inspiração fora, mas costumo olhar para o lado e ver que tenho exemplo todos os dias, todas as horas, é só saber olhar certo.
O que a vida te trouxe de melhor?
Sou muito grato por tudo que Deus colocou em meu caminho, tudo mesmo, até os aprendizados, mas se fosse falar em algumas coisas, seria a família e os amigos. Sou feliz por isso! É o melhor deles e de mim.
O que é importante para você e qual a beleza da vida?
Fazer o bem sempre, buscar ser melhor sempre. O resto é consequência. Buscar evoluir em todos os aspectos. Claro, nem sempre você vai acertar, mas faz parte quando você entender o erro e que aquilo pode ser diferente. Mas como disse, fazer o bem, ser a caridade e aproveitar da melhor forma, sem perder tempo, a vida passa.
Me conte uma das grandes experiências da vida?
Acho que umas das maiores experiências da vida foi quando trabalhei em uma campanha política rodando o estado e vendo o quanto ainda tem gente por aí que vive em condições precárias, sem qualquer tipo de conhecimento, instrução, mas que o coração era grande. Tinha casa que não tinha quatro talheres, mas quando chegávamos era um banquete com toda simplicidade. Aprendi muito ali. Dar o devido valor.
O que diria que é o grande problema da atualidade?
Acho que as pessoas estão mais distantes de Deus. Em muitos casos pensamos mais na individualidade do que no coletivo e isso é em todos os aspectos. Eu acredito e sempre entrego tudo nas mãos de Deus.