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Saúde
Ministério prevê controlar quem já tomou vacina da covid por app e carteira digital
Cada dose aplicada será registrada nessa carteira, cuja identificação é ligada ao CPF, informou a pasta da Saúde. Sistema auxiliará na aplicação correta da segunda dose do imunizante
Estadão
09/12/2020 | 09:35

Com a aproximação da vacinação contra covid-19 no Brasil – ainda que a nível nacional não haja uma data definida no primeiro semestre do ano que vem – cresce a importância no controle de quem já foi imunizado em um cenário de doses ainda escassas. Para isso, o Ministério da Saúde pretende realizar esse acompanhamento por meio de um aplicativo e de uma carteira digital de vacinação.

Ao Estadão, o ministério lembrou nesta semana que cada dose aplicada será registrada nessa carteira, cuja identificação é ligada ao CPF do cidadão ou ao Cartão Nacional de Saúde (CNS). A pasta diz que serão registrados o tipo de vacina, o lote de fabricação e a data em que a dose foi aplicada. Os dados poderão ser acessados por meio do aplicativo Conecte SUS.

“Com esta ferramenta, imprescindível na vacinação contra a covid-19, em virtude da possibilidade de uso de mais de uma vacina na imunização da população brasileira, será possível que o agente de saúde aplique a segunda dose da vacina correta na data prevista, assim como que evite que uma pessoa tome doses de vacinas de laboratórios diferentes, o que poderia acarretar eventos adversos desconhecidos e indesejáveis”, detalhou o ministério.

Caso o paciente ainda não esteja cadastrado nas bases de dados do governo federal, lembrou a pasta, o profissional poderá registrá-lo no momento do atendimento. A Secretaria da Saúde de São Paulo, Estado que prevê iniciar a vacinação contra a covid-19 no dia 25 de janeiro, reforçou que haverá um controle em sistema para checagem das doses e verificação de acesso a outras vacinas.

Os planos anunciados até agora pelo Ministério da Saúde e pelo governo de São Paulo preveem idosos e profissionais de saúde como grupos prioritários para receber a vacina nas primeiras etapas da aplicação. Os planos falam também em priorizar indígenas e, no caso do plano paulista, quilombolas. As vacinas submetidas a estudos no Brasil ainda se encontram na fase 3 e dependem de aval da Anvisa para aplicação ampla na população.

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