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Produção
Lily Collins revive os dilemas da aceitação na série da Netflix ‘Emily em Paris’
Emily acaba de desembarcar em Paris, vinda de Chicago, pronta para conquistar um lugar no competitivo mundo da promoção de marcas de luxo — ainda que não fale francês e seus novos companheiros de trabalho não a recebam de braços abertos
Redação/ O Globo
13/10/2020 | 10:16

A nova série do criador de Sex and The City, Darren Star, Emily em Paris, da Netflix conta a história de uma jovem executiva de marketing que de repente se vê diante da chance de ter o emprego dos sonhos. As informações são do O Globo.

Emily acaba de desembarcar em Paris, vinda de Chicago, pronta para conquistar um lugar no competitivo mundo da promoção de marcas de luxo — ainda que não fale francês e seus novos companheiros de trabalho não a recebam de braços abertos. Na verdade, sua recepção é tão tipicamente parisiense quanto a Torre Eiffel, um dos cenários turísticos apresentados em “Emily em Paris”, nova série da Netflix, disponível desde a última sexta-feira, 2. Irritados com a presença da jovem americana em sua prestigiosa empresa de marketing, os colegas se esforçam para que Emily sinta-se uma intrusa. Uma experiência que Lily Collins, a protagonista da série, conhece bem.

A atriz de 31 anos passou boa parte da infância tentando se encaixar: aos 6, após o divórcio dos pais, mudou-se com a mãe de Surrey, na Inglaterra, onde nasceu, para a Califórnia. Além de parecer quase o oposto do que uma típica garota californiana deveria ser, Lily falava com um forte sotaque britânico, e seu pai era Phil Collins, um dos músicos mais populares do mundo na época — e nada disso a ajudou muito.

Talvez por ter experimentado um certo desespero para ser aceita, Emily se tornou tão atraente para Lily, a ponto de fazê-la topar a oferta para personificá-la e, de quebra, ser uma das produtoras da série.

“Nunca quisemos que o personagem tivesse que se transformar para ser aceito. Sua atitude é: ‘Não vou mudar quem eu sou, vou usar a camisa estampada com a Torre Eiffel se tiver vontade’ “, diz Collins. Emily tem orgulho de quem é, mas não teme se ajustar. Sua confiança cresce ao longo da série, e ela para de se preocupar com o que as pessoas pensam dela. No início, dói ser julgada por seus colegas, mas no fim você pode dizer que ela conseguiu encantá-los.

*Com informações do O Globo

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