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Desaparecimento

Ex-mulher do goleiro Bruno é encontrada após três dias desaparecida em Minas Gerais

Dayanne Rodrigues foi socorrida pelo Samu e levada a um hospital em Belo Horizonte; Polícia Civil investiga as circunstâncias do caso
Redação
05/07/2026 | 14:55

A ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, foi localizada em Belo Horizonte (MG) após permanecer desaparecida por três dias.

Em nota enviada à revista Marie Claire, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que Dayanne foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na noite de sábado 4 e encaminhada a uma unidade hospitalar da capital mineira para atendimento médico.

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Ex-mulher do goleiro Bruno estava desaparecida — Foto: Reprodução/ Instagram

A corporação informou que investiga as circunstâncias do caso e que, por questões de sigilo, não divulga informações sobre o estado de saúde da mulher.

Dayanne esteve presa em 2010, acusada de sequestro e cárcere privado no processo relacionado à morte de Eliza Samudio, mas foi posteriormente inocentada. Ela é mãe de Bruna Vitória, de 18 anos, e Maria Eduarda, de 17, filhas do ex-goleiro.

Desaparecimento

O desaparecimento de Dayanne foi comunicado às autoridades na madrugada de sexta-feira (3), após o marido registrar um boletim de ocorrência. Segundo o relato à Polícia Militar de Minas Gerais, ela saiu de casa na manhã do dia anterior afirmando que visitaria a mãe.

De acordo com o registro policial, por volta das 11h, Dayanne deixou os filhos sob os cuidados da avó materna e, desde então, não retornou para casa nem manteve contato com familiares.

As buscas ganharam repercussão nas redes sociais, onde parentes passaram a divulgar mensagens pedindo informações sobre seu paradeiro. As primeiras informações apontavam que ela havia desaparecido em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Cartas e supostas ameaças

Segundo informações divulgadas pela Rádio Itatiaia, o marido de Dayanne encontrou cartas deixadas por ela antes do desaparecimento. Nos textos, ela manifestava preocupação com os filhos e familiares e mencionava supostas ameaças e cobranças relacionadas a dívidas.

“Eu peço socorro pelos meus filhos, familiares, pelo meu companheiro. Estou sofrendo ameaças de agiotas, está tudo no meu telefone. Por essas ameaças hoje eu estou perdendo minha vida, mas peço que zelem pela vida dos que estão ficando aqui. Quero que minhas filhas fiquem com a minha mãe e os meus filhos com o pai”, dizia uma das mensagens atribuídas a Dayanne.

O celular dela permaneceu na residência. Segundo o relato, o aparelho continha conversas com pessoas que se identificavam como agiotas, cobrando supostas dívidas.

A mobilização em torno do desaparecimento também envolveu Sônia Moura, que publicou um vídeo nas redes sociais pedindo esclarecimentos às autoridades. Na gravação, ela relembrou o desaparecimento da filha, ocorrido em 2010, e pediu uma resposta rápida para o caso de Dayanne.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que, inicialmente, trata o caso como desaparecimento voluntário e afirmou que as investigações continuam.