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Delicado
Eutanásia: qual momento certo para sacrificar seu animal de estimação?
O momento em que o animal está sofrendo muito e a única alternativa é a eutanásia representa um período muito difícil para as famílias
Redação
28/12/2016 | 20:00

A palavra eutanásia é sinônimo de um momento muito difícil, tanto para o animal, que está sofrendo com alguma doença grave e não possui mais chance de cura, como para a família, que está prestes a perder o bichinho de estimação. No momento em que o veterinário coloca o sacrifício como opção, se inicia um doloroso processo de tomada de decisão e surgem vários questionamentos: será que é realmente a hora? Como ter certeza se essa é a escolha certa? Como será depois de tudo?

O primeiro ponto é sempre olhar pelo bem do animal. A preocupação dede ser com a forma que ele estará melhor, ou seja, se ele sofre muito com a doença, talvez esse seja sim o momento certo para a eutanásia. Ter certeza que a situação de saúde está realmente comprometida de forma irreversível e que não há nenhuma alternativa para reversão é essencial.

Outro ponto a ser considerado é a possibilidade de risco para as pessoas ou outros animais com quem o bichinho doente convive. Algumas doenças são zoonoses e podem ser transmitidas para o homem. Saber se existem remédios capazes de controlar o mal estar e as dores também é um ponto decisivo.

Os veterinários costumam recomendar a eutanásia em casos bem específicos como impossibilidade total de locomoção, graves ferimentos causados por acidentes ou brigas, câncer terminal e doenças que não possuem cura. Mas é  importante ouvir a opinião de um segundo profissional antes de tomar qualquer atitude tão drástica.

Depois é preciso sentar junto com a família inteira para conversar, colocar os principais pontos na mesa, preparar o psicológico de todos e tomar uma decisão. A única pessoa que pode autorizar o sacrifício é o dono, caso contrário o veterinário não pode fazer nada.

Ao decidir pela eutanásia, certamente ocorrerá a vivência do luto, o que é natural. Ter a consciência de que era a melhor escolha é essencial para evitar o sentimento de culpa. É preciso pensar que tudo foi feito com a única intenção de aliviar o sofrimento do animal de estimação.

 

 

Fonte: iG

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