O deputado federal Filipe Barros (PL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) da Câmara, pediu ajuda a organismos internacionais após o Supremo Tribunal Federal (STF) impor uso de tornozeleira eletrônica ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em publicação no X nesta sexta-feira 18, Barros chamou a decisão de “perseguição” e informou que enviou ofícios ao Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos, Volker Türk, ao secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Nos documentos, o parlamentar citou “criminalização da dissidência política no Brasil”, “ameaça à ordem democrática brasileira” e “possível violação de direitos políticos e do devido processo legal”.
Filipe Barros preside a CREDN desde março, após Eduardo Bolsonaro (PL), cotado para o cargo, se licenciar do mandato para buscar retaliações contra autoridades brasileiras nos Estados Unidos.