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Cirurgia

Bolsonaro deixa prisão domiciliar para realizar cirurgia em Brasília

Esta é a primeira vez que o ex-presidente deixa condomínio após sua condenação; ex-presidente passa por procedimento para remover lesões de pele
Redação
14/09/2025 | 09:29

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a prisão domiciliar pela primeira vez desde sua condenação, para realizar uma cirurgia em um hospital particular de Brasília na manhã deste domingo (15). Ele chegou ao Hospital DF Star por volta das 8h, acompanhado dos filhos Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, e Jair Renan, vereador de Balneário Camboriú.

Bolsonaro passa por um procedimento para remover lesões de pele. O ex-presidente está com um “nevo melanocítico do tronco”, que é uma pinta, e uma “neoplastia de comportamento incerto”, lesão que requer análise. Segundo o pedido médico, o procedimento deve ser simples e rápido, com previsão de alta no mesmo dia.

Bolsonaro deixa prisão domiciliar para realizar cirurgia em Brasília - Foto: Reprodução/X de Carlos Bolsonaro
Bolsonaro deixa prisão domiciliar para realizar cirurgia em Brasília - Foto: Reprodução/X de Carlos Bolsonaro

Conforme a CNN Brasil, Bolsonaro foi escoltado por seis motos e seis carros da polícia penal, uma determinação do ministro Alexandre de Moraes. No hospital, cerca de 50 apoiadores, vestidos com camisetas e bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos, esperavam por ele. O ex-presidente não parou para falar. Há, ainda, jornalistas e viaturas da Polícia Militar reforçando a segurança.

Esta é a primeira vez que Bolsonaro sai da prisão domiciliar desde que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

O deslocamento foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes e Bolsonaro, após o procedimento, terá até 48 horas para entregar um atestado médico detalhando a intervenção, segundo informações do Correio do Povo.

A retirada dos pontos está prevista para daqui a 10 a 15 dias. O Hospital DF Star, procurado pela CNN Brasil, não deu previsão de boletins médicos.

*Com informações da CNN Brasil e de O Correio do Povo