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Processo

Corregedoria Geral abre sindicância contra dois delegados no RN

Segundo duas portarias publicadas no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, os alvos das sindicâncias os delegados Cidorgeton Pinheiro da Silva e Marcelo de Araújo Aranha
Agora RN
21/03/2019 | 11:04

A Corregedoria Geral da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesed) instaurou nesta quinta-feira, 21, duas sindicâncias administrativas punitivas contra dois delegados da Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

Segundo duas portarias publicadas no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, os alvos das sindicâncias os delegados Cidorgeton Pinheiro da Silva e Marcelo de Araújo Aranha.

Corregedoria Geral abre sindicância contra dois delegados no RN

Além disso, a Corregedoria designou uma Comissão Permanente de Disciplina para efetivar as investigações sobre a conduta dos dois servidores da Polícia Civil. A comissão será presidida pela delegada Josenilda Maria Santos Costa de Oliveira e terá também a participação dos delegados Marcus Dayan Pereira Teixeira de Vasconcelos, Gustavo André Leite Santana.

Sobre as razões que motivaram a abertura das sindicâncias, a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que não é permitido publicação de detalhes para resguardo de investigações e em obediência a garantias constitucionais.

Em 27 de fevereiro de 2019, em portaria publicada no Diário Oficial do Estado, o delegado Cidorgeton Pinheiro da Silva foi retirado do expediente das Delegacias Municipais de Polícia Civil de Assú, Itajá e São Rafael. Ele ocupa hoje a delegacia de Macaíba.

Já o delegado Marcelo de Araújo Aranha é o responsável pelo distrito policial de Nísia Floresta.

Segundo o delegado Marcelo Aranha, o caso se refere ao tempo em que ele ocupava o distrito policial de São Gonçalo do Amarante. “O meu caso é simples. Eu estava, em 2016, na delegacia de São Gonçalo do Amarante. Foi quando a promotora da cidade encaminhou ofício para entrega, em mãos, para mim. Só que não foi recebido em mãos, pois quem deve receber o documento é o cartório da delegacia. É só isso. Eles abriram sindicância para apurar isso”, justifica.

Marcelo Aranha acredita também, como o caso aconteceu em 2016, que a portaria sobre a sindicância será revogada, pois o fato teria prescrito. “A prescrição acontece após dois anos. E o fato aconteceu há dois anos e meio”, resume.

O Agora RN não conseguiu ouvir o delegado Cidorgeton Pinheiro da Silva.