Por Redação
09/04/2017 | 18:00
Expoente da geração nordestina que tomou de assalto a música brasileira nos anos 70, o pernambucano Alceu Valença formou-se em direito na década de 70 (“Não lembro direito o ano”). Filho de promotor, seu sonho de menino era ser juiz: “Eu queria ser isento para olhar as provas e os argumentos”. A música tomou o lugar da toga. Ainda assim, na última semana, o compositor, de 70 anos, foi pegar sua carteira de advogado no Rio de Janeiro. “Recebi convite para fazer parte de um escritório, mas não vou ter tempo”, diz. Alceu gosta do tratamento que se costuma empregar com advogados: “Prefiro ser chamado de doutor do que de senhor”.

Fonte: Veja
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