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Impacto
Covid-19: venda de passagens aéreas em março é a menor desde 2009
Queda é a maior já registrada na comparação entre os meses de março de cada ano
Redação
08/05/2020 | 15:53

As companhias aéreas estão sendo fortemente afetadas pelas consequências do novo coronavírus em todo o mundo. Entre lockdowns, confinamentos e fechamento de fronteiras, não sobram muitos motivos para viajar. No Brasil, a situação não é diferente. Em março, primeiro mês com impactos da pandemia para o setor no país, a quantidade de passageiros foi 35,5% menor do que o mesmo período de 2019.

Com o recuo, o volume de pessoas que realizaram voos domésticos em março deste ano foi o menor desde 2009, quando 4,181 milhões de viajantes embarcaram em voos no território nacional.

O Brasil teve 4,994 milhões de passageiros domésticos em março deste ano e 7,940 milhões no mesmo mês em 2019. A queda é a maior já registrada na comparação entre os meses de março de cada ano. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e foram compilados e analisados pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles.

“Após o risco de paralisação completa do transporte aéreo no Brasil, em decorrência da pandemia por coronavírus, a Anac acompanhou a construção de uma malha essencial a partir de 28 de março. Com redução de 91,6% em relação à originalmente prevista pelas empresas para o período, o número de voos semanais estimados até o fim de abril passou de 14.781 para 1.241”, informou, em nota, a agência reguladora.

A baixa no mês de março foi suficiente para fazer com que o primeiro trimestre de 2020 fosse o pior desde 2013 para o setor aéreo em número de passageiros. Foram 21,897 milhões de trechos nos três primeiros meses do ano, recuo de 9% quando comparado aos 24,078 milhões no mesmo período de 2019.

*Com informações do Metrópoles

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