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Heitor Gregório

Só falta o vice de Cadu

Confira a coluna de Heitor Gregório desta terça-feira 14
Heitor Gregório
14/07/2026 | 05:03

Falta menos de uma semana para o início das convenções partidárias e as oficializações das candidaturas.
O primeiro grande ato será no dia 25 de julho, quando o PT homologará a candidatura de Cadu Xavier ao Governo do Estado. Ao lado dele, já estão confirmados Samanda Alves (PT) e Rafael Motta (PDT) na disputa pelo Senado.

No dia seguinte, 26 de julho, Allyson Bezerra (União Brasil) subirá ao palco da convenção com a chapa completa: Hermano Morais (MDB) como vice e Zenaide Maia (PSD) e Tércio Tinoco (União Brasil) para o Senado.

Cadu Xavier Ok
Só falta o vice de Cadu - Foto: José Aldenir

Também no dia 26 será a vez de Álvaro Dias (PL) oficializar sua chapa, tendo Babá Pereira (PL) como vice e Styvenson Valentim (Podemos) e Coronel Hélio (PL) na disputa pelas duas vagas ao Senado.

Ainda falta uma peça importante a ser encaixada. A única chapa que segue com uma indefinição é a de Cadu Xavier. A vaga de vice continua em aberto e tem sido alvo de intensas conversas.

Com a tendência de o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), caminhar para o palanque de Álvaro Dias, o PT estuda nomes de outros aliados para fechar a composição.

Os palanques ja já estarão montados, as chapas definidas e a campanha, de fato, começará. Com os times completos e os jogadores em campo.

A EXPECTATIVA POR EZEQUIEL

A campanha do pré-candidato ao Governo Álvaro Dias (PL) trabalha com a expectativa de anunciar até o próximo sábado 18 o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB). Como só Ezequiel fala por Ezequiel, aguardemos.

ROSA, GARI E JAJÁ

Sem disputar mandato em 2026, três ex-governadores já têm lado definido na eleição. Rosalba Ciarlini anunciou dobradinha proporcional: Getúlio Rêgo (PL) para estadual e Nina Souza (PL) para federal. Garibaldi Filho entrou na campanha do filho, Walter Alves (MDB), para deputado estadual. E José Agripino Maia é uma das principais peças da campanha de Allyson Bezerra (União) ao Governo do Estado.

VITÓRIA DE MICHELLE

A carta divulgada por Jair Bolsonaro, na qual trata o senador Flávio Bolsonaro como seu “porta-voz”, tinha um objetivo e atingiu outro. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio ao pai, por entender que houve descumprimento das restrições impostas ao ex-presidente. A vitória é de Michelle Bolsonaro, que está em momento de forte divergência com o enteado e ganha espaço na interlocução com o marido. Flávio não se encontrará com Bolsonaro durante o primeiro turno.

ALLYSON NA FOLHA DE SÃO PAULO

Quem abriu a Folha de S.Paulo nesta segunda-feira 13 encontrou a sucessão do RN em destaque. Em meia página, o jornal traçou um perfil da pré-candidatura de Allyson Bezerra (União), destacando três pilares da estratégia montada para a campanha: a narrativa de origem humilde, a forte presença nos municípios e nas redes sociais e a neutralidade na disputa presidencial. A reportagem também abordou a operação da Polícia Federal referente à gestão de Mossoró. Allyson reafirmou que tratou o episódio “com transparência”. Disse ainda que sua imagem “é de um homem sério, de um gestor que entregou, que faz, que executa. Usaram isso para tentar deturpar a minha imagem”.