Em meio a tristeza e aflição provocados pela pandemia da covid 19 surgiu algo bom: uma maior conexão com nossas casas, que se transformaram ainda mais em locais sagrados, de aconchego e alegria. Então, quando sou convidada para ir na casa de alguém me sinto privilegiada. Semana passada a querida Dani do Valle abriu os domínios da morada da Ribeira e recebeu pétit Comitê para noite agradabilíssima, de bons papos, música e encontros. Isso sem falar nos acepipes que alegraram ao paladar. Entradinhas de Adriana Rocha e jantar (servido em mesa posta) com pratos caprichados do Chef Luciano Dutra e serviço simpatissíssimo da querida Joelma Canuto.
Nos copos, de forma ininterrupta e servidos até pela anfitriã, Old Parr e tinto Primitivo Di Manduria. Por lá Bento Torres, Hilneth Correia, Eliana Lima, Simone Silva, Janaína Amaral, Charles Sá, Rita e Analice Brito, Anna Leila Borges Santos, Helena Viana e Leonardo Campos. Foi tão bom que o grupo já pede repeteco, agora pra assistir o por do sol de um dos prédios mais altos da cidade, isso porque todos se sentiram, realmente, em casa.
RARIDADE
Perdido no cofre do Morgan Library & Museum, em Manhattan, o item nº 147 não chamaria atenção entre os 350 mil do museu nova-iorquino não fosse por uma assinatura na primeira linha de uma partitura: Chopin. O curador Robinson McClellan enviou uma fotografia a Jeffrey Kallberg, estudioso de Frédéric Chopin na Universidade da Pensilvânia. Depois de testar o papel, a tinta, analisar a caligrafia, o estilo musical e consultar especialistas, o museu concluiu que a obra é uma valsa inédita de Chopin, que morreu em 1849, aos 39 anos. O Morgan acredita que o documento tenha sido escrito entre 1830 e 1835, quando o músico tinha pouco mais de 20 anos. O papel e a tinta correspondem aos que ele usava na época, e a letra também combina com a do compositor.

Em meio a tristeza e aflição provocados pela pandemia da covid 19 surgiu algo bom: uma maior conexão com nossas casas, que se transformaram ainda mais em locais sagrados, de aconchego e alegria. Então, quando sou convidada para ir na casa de alguém me sinto privilegiada. Semana passada a querida Dani do Valle abriu os domínios da morada da Ribeira e recebeu pétit Comitê para noite agradabilíssima, de bons papos, música e encontros. Isso sem falar nos acepipes que alegraram ao paladar. Entradinhas de Adriana Rocha e jantar (servido em mesa posta) com pratos caprichados do Chef Luciano Dutra e serviço simpatissíssimo da querida Joelma Canuto.
Nos copos, de forma ininterrupta e servidos até pela anfitriã, Old Parr e tinto Primitivo Di Manduria. Por lá Bento Torres, Hilneth Correia, Eliana Lima, Simone Silva, Janaína Amaral, Charles Sá, Rita e Analice Brito, Anna Leila Borges Santos, Helena Viana e Leonardo Campos. Foi tão bom que o grupo já pede repeteco, agora pra assistir o por do sol de um dos prédios mais altos da cidade, isso porque todos se sentiram, realmente, em casa.