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Coluna social

Marca de joias Maicé tem estreia potiguar com coleção Flora

Confira a coluna de Simone Silva desta sexta-feira19
Simone Silva
19/07/2024 | 07:33

FLORES MAICÉ

Em momento elegantemente assinado pelo colunista Toinho Silveira a marca de joias do designer Augusto Paiva, a Maicé foi apresentada as potiguares com a coleção Flora. A loja de Marjinha Andrade, em Petrópolis, ficou repleta de mulheres de bom gosto que apreciam peças com qualidade, criatividade e sofisticação e criadas com pedras preciosas brasileiras, dentre elas a água marinha, topázio, citrino, turmalina, quartzo rosa e quartzo fumê, inspiradas nas flores. Paiva trabalha com joias há 25 anos.

Começou revendendo e com o tempo passou a criar suas próprias peças. Há pouco mais de um ano colocou criou a Maicé, cujo nome é originário do Tupi Guarani e quer dizer amizade ou fazer amigos. Segundo ele a marca é um tributo à beleza das conexões e a arte de criar laços. Trazemos fotos.

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Isabele Cardoso, Narja Ramos e Geórgia Melo conheceram a coleção flores

CANINDÉ E CASCUDO

O fotógrafo gente boa Canindé Soares não cabe em si de alegria. Tudo porque fotos feitas pelas suas perspicazes lentes estampam a capa da obra “Coleção Melhores Crônicas – Mestre Luís da Câmara Cascudo”, que sai pela Globo editora e deve encantar leitores, pesquisadores e admiradores do maior nome do folclore e da etnografia no Brasil. A seleção dos textos e o prefácio da obra ficaram a cargo de Humberto Hermenegildo de Araújo, professor titular da UFRN, escritor e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras. O livro, com as imagens do mais emblemático fotógrafo potiguar da atualidade, é um convite para mergulhar na riqueza cultural do nosso país, através do olhar de um dos seus mais queridos e respeitados escritores. Em breve o Instituto Ludovicus – comandado por Daliana Cascudo – deve anunciar o lançamento por aqui.

RECICLAGEM OLÍMPICA

Paris promete sediar os Jogos Olímpicos mais econômicos de todos os tempos, reaproveitando ao máximo estruturas já existentes e deixando menos construções como legado. As instalações de outras edições olímpicas na cidade, em 1900 e 1924, estão ganhando nova vida, com ares arquitetônicos mais elegantes, como o novo teto retrátil na forma de uma abóbada de madeira treliçada na piscina Georges Vallerey, que será usada para treinamento. Já o Grand Palais de 1900 ganhou uma estrutura giratória de ferro fundido que formará um cenário art nouveau para esgrima e taekwondo.