Corona não negocia
A economia da vacina é real, não uma brincadeira. O coronavírus não negocia com ninguém e não tem ideologia e nem religião. E não vai parar de matar se continuar se propagando na velocidade espantosa com que se espalha no Brasil.
Só perda, sem ganho
A idéia de que é possível matar o vírus aglomerando pessoas e não as afastando é ridícula, tosca e atroz. Terrível, mas é verdade. E quanto mais brincarmos com esse cenário num ambiente de falta de vacina, perderemos – na vida e na economia.

Chineses são vivos
Os chineses irradiariam o vírus para o mundo, mas foram os primeiros a se livrar dele à custa de severos “lockdowns”. Nem ônibus circula quando se usa esse expediente pra valer. Por isso mesmo, são duros e curtos. Nunca tivemos isso por aqui.
Não tem mistério
Quando o vírus entra em velocidade alta é que as variedades nascem e as ondas se acentuam. E não há imunização coletiva que dê jeito nisso. Só vacinação e testagem em massa para equiparar armas com essa infecção terrível.
Estratégia
Não há como vencer essa guerra com as tropas divididas e sabotadores insistindo em não assumir o comando, abrindo flancos a ação de um inimigo maior. Generais deveriam entender isso.
Danos futuros
Logo, os 500 mil mortos e os milhões se sequelados que virão já são um desafio para a devastada saúde pública brasileira. E isso é economia também, pois países podem sair menores ou maiores das hecatombes.
Se o vírus deixar
A Confederação Nacional do Comércio diminuiu de 4,2% para 4% a expectativa de crescimento das receitas produzidas pelo setor de serviços neste ano. A esperança agora é que a flexibilização das medidas restritivas, a partir de abril, interrompa esse movimento. Isso, depois de combinar com a pandemia.
Uma dentro
O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que dispõe sobre o afastamento de empregadas grávidas de atividades presenciais durante a pandemia do coronavírus. A sanção da Lei 14.151 foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 13. Parabéns ao governo Bolsonaro.
Frase do Dia
Do ex-ministro, presidente do Banco Central de FHC: “No Brasil até o passado é incerto”.