A primeira-dama Janja Lula da Silva cumpre agenda em Natal nesta sexta-feira 26 com participação no encontro Diálogos Federativos – Segurança Pública, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O evento reúne representantes dos governos federal, estadual e municipal para discutir propostas voltadas ao aperfeiçoamento do pacto federativo na área da segurança pública.
A programação ocorre das 8h30 às 18h30, com cerimônia de abertura às 10h, no auditório da Reitoria da UFRN. Além de Janja, participam da abertura a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a governadora Fátima Bezerra, o secretário nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Chico Lucas, e o secretário nacional de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI), Ilário Marques.

Os encontros promovidos pelo Conselho da Federação têm como objetivo elaborar propostas que integrarão o documento Pilares para o Aperfeiçoamento do Pacto Federativo, que orientará a atuação do colegiado no período de 2027 a 2030.
O evento é promovido pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR), em parceria com a Associação Brasileira de Municípios (ABM), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Governo do Rio Grande do Norte, com apoio da UFRN.
A programação desta edição é voltada para três eixos: a estruturação de uma governança colaborativa do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), os mecanismos de financiamento tripartite e os desafios da gestão da informação entre União, estados e municípios.
Na quinta-feira 25, Janja participou, no Espaço Bossa Nova, na Arena das Dunas, do encontro “Mulheres do Time de Lula pelo Fim da Violência”, que reuniu lideranças políticas, parlamentares, representantes de movimentos sociais e militantes.

Durante o evento, a primeira-dama defendeu a ampliação da participação feminina na política e o fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres.
“Em 2022 foram as mulheres que ajudaram a eleger o presidente Lula e tenho certeza de que novamente teremos um papel fundamental. Mas essa luta vai além das eleições. Precisamos transformar a cultura da violência, enfrentar a masculinidade nociva e envolver toda a sociedade nesse debate, das escolas às igrejas”, afirmou.