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Economia
Vendas de automóveis cresce 14,5% nos primeiros quatro meses de 2021: “crucial para fortalecimento da indústria”, diz presidente da Anfavea
Segundo dados da Anfavea, caminhões e comerciais leves tiveram incremento superior a 40% no total de emplacamentos
Redação
07/05/2021 | 16:29

Mesmo com baixa de 4,7% na produção da indústria automotiva durante o mês de abril, na comparação com março, a Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) adiantou que a produção de veículos automotores no acumulado de 2021 já supera o resultado de 2020 em 34,2%, com 788,7 mil unidades produzidas desde o começo do ano.

As exportações também cresceram 34,7% no acumulado de 2021, na comparação com o ano anterior. Ao todo, foram 33,9 mil veículos em abril e 129,6 mil no acumulado de 2021. De acordo com a entidade, foram produzidas 190,9 mil unidades entre carros , motocicletas, caminhões e ônibus, para vendas locais e exportação.

“Os números deste primeiro terço do ano indicam que nossas projeções feitas em janeiro são factíveis de serem atingidas, salvo alguma situação inesperada no segundo semestre”, avaliou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.

No Brasil

De acordo com a Associação, as vendas no mercado nacional também cresceram nos quatro primeiros meses de 2021. A Anfavea divulgou que 175 mil veículos foram licenciados em abril e 703 mil no acumulado de 2021, registrando alta de 14,5% sobre os primeiros quatro meses de 2020.

Caminhões e comerciais leves, com destaques para picapes, tiveram crescimento acima de 40% no total de emplacamentos de 2021, desempenho bem superior ao de ônibus (13,2%) e automóveis (7,7%).

A entidade estima para este ano crescimento de 15% nas vendas, 25% na produção e 9% nas exportações.

“O aumento das exportações é crucial para o fortalecimento da Indústria. Para isso é necessária a criação de uma Política de Exportação com medidas capazes de reduzir o Custo Brasil, ampliação dos acordos internacionais de comércio, modernização e fortalecimento do sistema de financiamento às exportações”, defendeu.

O executivo também afirmou que não há risco de paralisação generalizada da indústria por conta da falta de microchips semicondutores. “Temos suspensões pontuais, de acordo com a situação de cada montadora. Podem acontecer outras nos próximos meses, dependendo dos fornecedores, mas não de forma generalizada”, pontua Moraes.

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