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Ato

Sindicato faz protesto contra o retorno da aulas presenciais em Natal e por reajuste salarial

Categoria reivindica, além da conclusão da vacinação contra a Covid-19 para os professores, um reajuste de 12,84% referente ao piso salarial que deveria ter sido implantado em janeiro de 2020
Redação
12/07/2021 | 08:14

Representantes dos professores da rede municipal de educação de Natal irão fazer um protesto de forma presencial na manhã desta segunda-feira 12. O ato está previsto para acontecer a partir das 8h30, na frente da sede da Prefeitura. O Agora RN entrou em contato com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (SINTE/RN) e questionou sobre o ato e o diretor de comunicação do sindicato, Miguel Salusto, informou que o protesto será com um carro de som e dois diretores.

A categoria reivindica, além da conclusão da vacinação contra a Covid-19 para os professores, um reajuste de 12,84% referente ao piso salarial que deveria ter sido implantado em janeiro de 2020. Até o momento, 100% dos trabalhadores da educação foram vacinados, porém, a maioria não concluiu o esquema vacinal com a segunda dose.

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Ato será na frente da Prefeitura do Natal. Foto: Reprodução

“Nós conseguimos concluir o ano de 2020 no modelo remoto de ensino. Esse reajuste é legal e a Prefeitura não cumpriu, tem negociado com a categoria, por isso vamos votar um indicativo de greve no próximo dia 14, data prevista para retorno das aulas presenciais. Hoje, a categoria não está com a imunização concluída, isso pode gerar riscos de contraírem o vírus“, disse.

Na próxima quarta-feira 14, a categoria vai se reunir para definir sobre uma paralisação, que vai suspender os trabalhos que ainda nem foram retomados, até que haja uma negociação com a gestão municipal – e também, até que seja concluída a vacinação da categoria.

Em contato recente com Secretaria de Educação de Natal, a reportagem apurou que a pasta só vai se pronunciar quando o indicativo de greve entrar em vigor. Porém, há informações de que a Prefeitura vai recorrer judicialmente, caso a greve seja iniciada.

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