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Retomada
Setor de serviços no RN cresce em julho quase 30% em relação a 2020
Taxa de crescimento ficou bem acima da média nacional (17,8%) e é a quarta maior do Brasil nesta comparação. IBGE mostra, no entanto, que houve queda em relação a junho. E no acumulado do ano, RN configura um dos menores crescimentos
Redação
15/09/2021 | 08:06

Estimulado por restrições menores a atividades e maior fluxo turístico, o volume do setor de serviços no Rio Grande do Norte avançou 29,6% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2020 – período em que começou a flexibilização das medidas de contenção da covid-19. O resultado foi divulgado nesta terça-feira, 14, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Com este crescimento, o Rio Grande do Norte alcançou uma taxa de recuperação para o mês que é a quarta maior do Brasil e bem acima da média nacional (17,8%).

Já quando comparado com junho de 2021, não houve avanço. Houve, na verdade, um recuo de 1% no volume de serviços. No Brasil, foi registrado crescimento, mas bem sutil (1,1%).

No acumulado de 2021, 26 das 27 unidades federativas mostraram avanço no volume de serviços. No Rio Grande do Norte, o crescimento acumulado é de 8,2%, o que coloca o RN colado com os outros estados nordestinos, como Ceará (8%), Pernambuco (8,4%) e Paraíba (8,6%).

No Brasil, o setor de serviços está 3,9% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020. Também alcançou o patamar mais elevado desde março de 2016. Contudo, ainda está 7,7% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro de 2014. ­­­­­Entre janeiro e julho de 2021, o setor acumulou alta de 10,7%. Em período maior, de 12 meses, houve elevação de 2,9%.

A alta de 1,1% em julho foi acompanhada por duas das cinco atividades investigadas. Serviços prestados às famílias subiram 3,8%, acumulando ganho de 38,4% entre abril e julho, enquanto serviços profissionais, administrativos e complementares avançaram 0,6%, com crescimento de 4,3% nos últimos três meses.

“Essas duas atividades são justamente aquelas que mais perderam nos meses mais agudos da pandemia. São as atividades com serviços de caráter presencial que vêm, paulatinamente, com a flexibilização e o avanço da vacinação, tentando recuperar a perda ocasionada entre março e maio do ano passado”, explicou Rodrigo Lobo, analista da pesquisa do IBGE, em nota.

Índice de atividades turísticas cresce, mas ainda não retornou ao nível pré-pandemia

A PMS mostra ainda que o índice de atividades turísticas avançou 0,5% em julho na comparação com junho. É a terceira taxa positiva seguida, período em que acumulou crescimento de 42,2%. O turismo ainda necessita crescer 32,7% para retornar ao patamar pré-pandemia, em fevereiro do ano passado.

Oito das 12 unidades da federação observadas nesse indicador apresentaram taxas positivas, com destaque para Pernambuco (9,5%), Santa Catarina (9,4%), Bahia (6,1%) e Rio de Janeiro (2,1%). No campo negativo, ficaram São Paulo (-0,4%), Paraná (-1,6%), Goiás (-1,9%) e Distrito Federal (-0,3%).

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