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Emprego

RN fecha 2020 com saldo positivo na abertura de empregos com carteira assinada

Rio Grande do Norte fechou 2020 com saldo positivo de 1.790 empregos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged)
Redação
28/01/2021 | 13:08

O Rio Grande do Norte fechou 2020 com saldo positivo de 1.790 empregos com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quinta-feira 28.

Apesar do resultado positivo ao longo do ano, o mês de dezembro foi encerrado com aumento no desemprego. O saldo do mês terminou com 853 postos de trabalho fechados no último mês do ano. Foram 10.944 admitidos, contra os 11.797 desligados dentro do mês.

Rn fecha 2020 com saldo positivo na abertura de empregos com carteira assinada
Mês de dezembro foi encerrado com 853 vagas fechadas de emprego - José Aldenir / Agora RN

De acordo com o Novo Caged, que é organizado pelo Ministério da Economia, o Rio Grande do Norte somou 137.454 admissões em todo o ano de 2020, contra 135.685 de desligamentos no mesmo período.

O resultado de 2020, apesar dos impactos da pandemia da Covid-19 para a economia, mostra que o setor produtivo potiguar apresentou recuperação ao longo do segundo semestre. O estado somou seis meses seguidos de saldo positivo na abertura de empregos. O melhor mês foi o agosto, com 5.884 postos de trabalho criados.

Em comparação com 2019, o Novo Caged mostra que houve redução no número de admissões. Há dois anos, houve 149.222 admissões e 145.481 desligamentos, com saldo positivo de 3.741 postos de trabalho.

O Brasil criou 142.690 empregos com carteira assinada em 2020. Foi o terceiro ano seguido com geração de empregos formais, mas foi o pior resultado para um ano fechado desde 2017 – quando foram fechadas 20.832 vagas com carteira assinada.

No Brasil, de acordo com o Ministério da Economia, foram registradas 1.239.280 admissões e 1.307.186 desligamentos, no último mês de 2020. Esses números referem-se apenas ao trabalho com carteira assinada. 

Nos quatro meses de auge da pandemia de covid-19 – de março até junho -, o Caged registrou 1,618 milhão de demissões a mais do que contratações. Já entre julho e dezembro, 1,418 milhão postos formais foram recriados. 

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