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Polícia
Prefeitura do Natal se pronuncia sobre caso de criança de 6 anos morta por picada de escorpião
A Secretaria de Saúde de Natal se pronuncia através de Nota
Redação
19/09/2021 | 17:22

Na última segunda-feira 13 uma criança de 6 anos foi picada por um escorpião e encaminhada a UPA de Pajuçara onde ficou por 10h, até ser encaminhada ao Hospital Walfredo Gurgel, segundo relato dos familiares.

Na unidade hospitalar, o menino faleceu após uma parada cardíaca, por volta das 22h30.

A família fez um Boletim de Ocorrência no Plantão Zona Sul relatando o caso. Eles acreditam que houve demora na transferência, o que pode ter, em partes, causado o óbito, segundo informações de Gustavo Negreiros.

A Secretaria de Saúde de Natal emitiu uma nota neste domingo 19:

“A Secretaria Municipal de Saúde de Natal esclarece que a criança de 6 anos que foi supostamente picada por um escorpião deu entrada na UPA Pajuçara no último dia 13, a criança chegou com quadro clínico grave e recebeu os primeiros atendimentos de forma correta pelos profissionais da UPA Pajuçara, o estado da criança era grave e a mesma necessitou ser internada na Sala vermelha da UPA, onde foi realizado todos os exames de apoio diagnóstico, o quadro clínico evoluiu com necessidade de ventilação mecânica e regulada com admissão no mesmo dia para UTI pediátrica do Hospital Walfredo Gurgel.”

Entenda o caso:

Na última segunda-feira 13, uma criança de apenas 6 anos morreu em Natal após, supostamente, ser picada por um escorpião e não receber o atendimento médico necessário, segundo familiares. O caso teria acontecido na rua São Geraldo, em Lagoa Azul, no último dia 13, mas somente agora recebeu repercussão.

De acordo com a família, que procurou a Polícia Civil para denunciar o caso, a criança deu entrada na UPA de Pajuçara com relato de picada de escorpião. Ela estava brincando no quintal da casa, por volta das 10h30, quando foi pegar uma pá e, imediatamente, soltou um grito, se queixando de forte dor na mão, segundo relato. O escorpião não foi encontrado. Um boletim de ocorrência foi registrado.

Na UPA, no entanto, a criança foi medicada com dipirona, mesmo diante dos constantes pedidos da família para que ela fosse encaminhada para o Hospital Giselda Trigueiro, onde receberia tratamento com o soro adequado.

“A família está revoltada porque insistentemente pedia o encaminhamento dele para o Giselda Trigueiro ou para o Maria Alice, para ter acesso ao tratamento com soro recomendado, mas não foram atendidos e, até mesmo, distratados”, aponta parte do relato divulgado.

Ainda de acordo com a denúncia da família, só a noite, a criança foi encaminhada para outro Hospital, o Walfredo Gurgel, onde faleceu por volta das 22h30.

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