A disputa mais agressiva com as fintechs e o rápido avanço do Pix estão comprimindo o faturamento dos bancos com serviços transacionais. Em 2025, três das quatro maiores instituições financeiras de capital aberto do País perderam quase R$ 2 bilhões em receitas advindas de tarifas com conta-corrente.
Ano passado, Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil arrecadaram R$ 15,155 bilhões com as contas bancárias, uma redução de 11% em 12 meses, de acordo com levantamento compilado pelo jornal O Estado de S. Paulo com base nos balanços do quarto trimestre (apenas o Santander registrou aumento). A queda contrasta com o avanço de quase 5% (a R$ 15,7 bilhões) nas receitas totais com prestação de serviços, que incluem linhas como seguros e cartões. A conta corrente representou 13% da arrecadação total, fatia que era de 15% em 2024.

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