BUSCAR
BUSCAR
Operação
Operação Faroeste: MPF faz 7ª denúncia e imputa corrupção e lavagem a 16 acusados
Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça a sétima denúncia no âmbito da Operação Faroeste - investigação sobre suposto esquema de sentenças para legitimar terras griladas no oeste da Bahia - acusando 16 pessoas pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa
Redação
06/07/2021 | 08:45

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça a sétima denúncia no âmbito da Operação Faroeste – investigação sobre suposto esquema de sentenças para legitimar terras griladas no oeste da Bahia – acusando 16 pessoas pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Entre os denunciados estão os desembargadores Maria do Socorro Barreto, Gesivaldo Nascimento Britto e José Olegário Monção Caldas; os juízes Sérgio Humberto e Marivalda Moutinho; os advogados Márcio Duarte, João Novais, Geciane Maturino dos Santos e Aristóteles Moreira; a promotora Ediene Santos Lousado; além dos delegados Gabriela Macedo e Maurício Barbosa.

No documento encaminhado, segundo o site Consultor Jurídico, ao ministro Og Fernandes, relator do caso no Superior Tribunal de Justiça, na última sexta-feira 2, a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, sustentou a necessidade da manutenção de prisões preventivas e de medidas alternativas à prisão de parte dos envolvidos no esquema criminoso.

Na petição, a subprocuradora-geral afirmou ser “pacífico o entendimento dessa Corte (STJ) no sentido de que somente a prisão preventiva é capaz de neutralizar lideranças do crime organizado e cessar a mecanização da lavagem de dinheiro”.

A denúncia narra a suposta corrupção praticada pelos denunciados no julgamento de um recurso administrativo e de um processo judicial, que buscavam legitimar a posse de uma grande porção de terras no oeste baiano.

Segundo o MPF, no primeiro caso, o valor estimado da propina foi de R$ 252,9 mil, pago após decisão proferida em janeiro de 2016 pelo desembargador José Olegário. No segundo caso, o montante foi de R$ 1,3 milhão e teria tido a participação dos magistrados Maria do Socorro, Gesivaldo Britto e Sérgio Humberto.

Sede: Av. Hermes da Fonseca, 384 – Petropolis – Natal – RN – Cep. 59020-000
Telefone: (84) 3027-1690 / 3027-4415
Redação: (84) 98117-5384 - redacao@agorarn.com.br
Comercial: (84) 98117-1718 - publica@agorarn.com.br
Copyright Grupo Agora RN. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização prévia.